Ela me chamou. Eu fui. E foi ótimo. A promessa é a folia se prolongar pelo CARNAVAL.
NB - não adianta pedir o telefone do modelo. Quem tirou a foto foi a Helê. A folia já ia alta. Dá para ver pelo foco, não?
Estou desconfiado que o governador, para alavancar o sucesso da peça do pai, deu as mãos ao prefeitinho e estão querendo reeditar as marchinhas do carnaval da década de 50. Entre elas uma de Vítor Simon e Fernando Martins - Cidade Maravilhosa, Vagalume. Ironicamente lançada pelos Anjos do Inferno.
Posso testemunhar que aqui no meu prédio a marchinha tem sido cantada em altos brados.
“Rio de Janeiro
Cidade que nos seduz
De dia falta água
De noite falta luz.
Abro o chuveiro
Não cai nem um pingo
Desde segunda
Até domingo.
Eu vou pro mato
Ai! pro mato eu vou
Vou buscar um vagalume
Pra dar luz ao meu chatô."
Rio de Janeiro
Cidade que nos seduz
De dia falta água
De noite falta luz.
Acho uma excelente estratégia de marketing enviar a cobrança do iptu bem nesta altura de demonstração clara da competência administrativa.
NB - so pra ficar claro pra quem não mora no Rio. Governador pai e Rosa Araújo selecionaram as marchinhas que estão no espetáculo Sassaricando. Que eu vi e é médio.
Acabei por não conseguir ilustrar a folia como eu gostaria. Desenhar mão não é nem pra profissionais, dirá para amadores.
Não consigo deixar de lembrar do Daniel. No mínimo ele diria: é isto, agora preciso ser trabalhado.
Como não terei tempo de “trabalhar” o material, fica o rascunho.
Helê, desculpa aí o mau jeito. Mas espero que sua folia encontre a alegria... fantasiada.
NB - depois terei que achar o cd de backup, pois o arquivo deu pau. Não tenho mais o folia no computador e nem está no album do sapo. Só mesmo no blog. Mas reproduzi aí os confetes e serpentinas, já que está fazendo sucesso.
Não sei se estes são os 15 minutos de fama que tenho direito ou se começo a batalhar com mais ênfase um futuro – ops! O “passado é uma roupa velha que não me serve mais” e o futuro é algo muito distante – presente melhor.
Procurando umas imagens no santo google, descobri uma imagem minha em destaque. Depois vejo mais uma – oi. Fui conferir e descubro que uma prefeitura de São Paulo usou a minha imagem. Não ia precisar suborno, mas podiam pelo menos avisar. Enfim... agora quilos de pessoas me chegam à página pela imagem ou achando que tenho dicas de folia de carnaval.
NB - não sei se já delírio, mas tem uma camiseta de um bloco de Vila Isabel que tem umas serpentinas com umas curvas tão similares e mais a de listinha no meio que eu achei coincidência de mais. Enfim...
Ficamos atônitos ante o aspecto do aposento em que êle nos introduziu. Naquela casa desconsolada, parecia tão fora de lugar como um diamante de primeira água num engaste de latão. As mais ricas e soberbas cortinas e tapeçarias vestiam as paredes, arrepanhadas aqui e ali para mostrar um quadro finamente emoldurado ou um vaso oriental. O tapête era negro e âmbar, tão macio e espêsso que os pés afundavam nêle agradàvelmente como num leito de musgo. Duas grandes peles de tigre, atravessando-o, aumentavam a impressão de luxo oriental, bem assim como um enorme narguilé, a um canto, sôbre uma esteira. Uma lâmpada de prata, lavrada em forma de pomba, e prêsa a um fio de ouro quase invisível, pendia no centro da sala. Ardia nela uma substância aromática que impregnava docemente o ar.
O signo dois quatro – Conan Doyle
Págs 27 / 28
NB – depois de digitar o texto, decidi rever e colocar o texto no original com todos os acentos. A edição que estou lendo é de 1966. Para ficar claro que outra geração deve ter reclamado de uma reforma.
Como os tapetes que mostram um tempo não tão politicamente correto.
Um amigo enviou-me este video com o seguinte subject - essa é do seu tempo!!!
Vez por outra ele me envia uns videos. Até pensei em respondê-lo maldosamente, mas por pura piada.
Vendo o video a única coisa que consegui pensar foi: como já fizemos rascunhos para estes adolescentes virem posarem de moderninhos, não?
De: SATÃ (ghostwriter - LILY COYLE, Minneapolis)
Para: Pat Robertson (pastor que disse que os vários problemas do Haiti, incluindo o terremoto, seriam resultado de um pacto que o país teria feito com o demônio.).
Querido Pat Robertson,
Eu sei que você sabe que qualquer publicidade é boa publicidade, então deixe-me dizer, antes de qualquer outra coisa, que eu apreciei o comercial. E você fez Deus parecer um babaca cruel, que chuta as pessoas quando elas já estão no chão, então achei bem legal.
Mas quando você diz que o Haiti fez um pacto comigo, aí a coisa muda de figura : fica totalmente humilhante pra mim. Eu posso ser a encarnação do Mal, mas não sou nenhum moleque. Do jeito que você colocou a coisa, ficou parecendo que um pacto comigo deixa as pessoas desesperadas e empobrecidas. Tá bom, claro que deixa, mas só no além. É bom lembrar que quando eu faço um trato com as pessoas, primeiro elas ganham alguma coisa aqui na Terra : glamour, beleza, talento, dinheiro, fama, glória, um violino de ouro. Os haitianos não têm nada, e eu quero dizer nada mesmo. E já não tinham desde antes do terremoto. Você nunca assistiu a “Crossroads” ? Ou “Malditos Yankees” ? Se eu tivesse algum negócio rolando com o Haiti, pode acreditar que eles teriam montes de bancos, arranha-céus, SUVs, boates exclusivas, botox – esse tipo de coisa. Um índice de pobreza de 80% não é meu estilo, não mesmo. Nada contra, só estou dizendo : não é assim que eu trabalho.
Você vem fazendo um excelente trabalho, Pat, e eu não quero cortar suas asinhas, mas peraí, assim você me deixa mal na foto. E não quero dizer “mal” do jeito bom. Continue culpando Deus, tudo bem. Isso funciona. Mas me deixe fora disso, por favor. Do contrário, posso ser obrigado a rever seu contrato comigo.
Boa sorte
Satã.
[ LILY COYLE ]
NB:
1- a tradução maravilhosa é obra da divina Cynthia - Cyncity
2 - Tem coisas que tem que ser repassadas. Tanto tempo que eu não publicava uma "cartinha".
por falar em pedras...
no meio do mar tinha uma ilha
tinha uma ilha no meio do mar
by Cláudio Luiz
O ruim das cópias é que não conseguimos ganhar elogios. Se Drumond já não tive dito - quase - isso, eu agora seria considerado um gênio. eheheheh
Minha amiga Carla San, linda e não loira, adoro desfilar por aí sua beleza em cima de um salto alto (e olha que nem precisava, pois o que não falta ali são longas pernas. A mulher é alta) e veio reclamar, logo comigo, das calçadas de pedras portuguesas. Aprovando a proposta (louca) de substituírem as pedras.
Tentei explicar, mas não sei se ela se convenceu. Voltemos, então, ao assunto.
Político querendo substituir um material que é possível reaproveitar por outro que a qualquer obrinha precisará nova compra... não, não posso pensar isto, pois eles não me derem nenhum motivo para duvidar da honestidade deles.
As calçadas do Rio estão no estado em que estão por falta de vergonha.
E treinamento de mão de obra. Aqui eles acham que qualquer um que tenha “jeitinho” pode fazer obra. Colocar pedra portuguesa, então, é a coisa mais fácil... para depois termos calçadas neste estado.
Com mestres calceteiros (nome feio, eu sei) tenho certeza que ela poderia andar por aí sem reclamar das pedras ou se preocupar com os saltos.
Carla, diga-me se vc não conseguiria caminhar bem neste calçadão de Lagos - Portugal?
Ou este de Vila do Conde.
NB – recebi estas fotos de um amigo e vieram sem identificação de autoria. Pena, porque as fotos são lindas. As calçadas, então, nem se diga.A foto do Rio, claro, fui eu que tirei.
Se alguém souber o autor, avise, sff.
Não o bati com força no chão, assim espero. Mas... não devo ter pisado de todo com o direito.
A entrada do ano foi boa, mas podia ser melhor.
Acabei, depois de várias indecisões e decisões alteradas, indo para copacabana. Havia anos que não ia (pelo menos nos últimos 15 anos, com certeza, não estive lá) e queria ver como havia ficado a festa.
Achei que haveria melhores soluções para instalações de palco e circulação das pessoas. Muitos vendedores realmente incomodam, mas registrando-os e definidos os pontos de venda, poderia facilitar para todos. Mas o choque de ordem do prefeito tem interesses próprios, ao que parece.
Os fogos também não me causaram grande impacto. Dois momentos – no máximo – merecem destaque.
Depois, teve a decepção maior. Contava ganhar – SOZINHO – na mega sena.
Quando liguei o computador no dia 1, já tive a decepção de serem dois ganhadores. Depois, já sabia que não estava no páreo, os premiados não eram do Rio.
Burramente, fui conferir os números. Quase nunca jogo, mas desta vez acabei por me animar. Um com os números da sorte, outros com números qualquer. Depois pensei em outras dezenas e resolvi não ariscar.... conclusão, 7 jogos.
Acertei os 6 números. Um em cada jogo, claro. O único jogo sem nenhum número era – supostamente – o da sorte.
Terei que enfrentar o ano a unha. Que venga el toro!
Até pensei em fazer uma série com decorações de natal. Bonitas e feias – mas pensei melhor. Principalmente em dar destaque as feias (basta vê-las uma vez, não?).
Esta achei razoável (embora dispensasse papai e mamãe – noel do térreo). Até porque acho que este é o caminho, as luzinhas “chinesas” já deram o que tinha que dar. A tendência tem que ser coisas mais naturais.
E o limite é amanhã dia 6 – dias de reis. Que desmontem logo a decoração. Depois de meses ainda ficar vendo enfeite de natal não dá.
Se quiser fundo musical:
http://www.youtube.com/watch?
Se seu bloco é rock'n'roll
http://www.youtube.com/watch?
Preferindo uma linha cool
http://www.youtube.com/watch?
O ritmo é seu.
Ser pobre neste país não é mesmo fácil.
Fim de ano. Natal. Tradições. Família – sem propriedades.
Lá vou eu para casa de meus pais.
Já sabendo que seria tumultuado, chego à plataforma de embarque (é, fui de ônibus. Pobre... não preciso repetir, né?) 22:30 - 20 minutos antes.
Tumulto. Muita gente. Tento localizar o ônibus das 22:50 – o que eu iria.
Na plataforma está o de... 21:10. Uma hora e meia de atraso. Simples assim.
Pensei: melhor ter calma.
Não tinha lugar pra sentar e eram tantas pessoas que nem era possível circular sem tropeçar
Se destino existe, ele é sacana e irônico
Não sei por que fiquei achando que a Cynthia iria achar graça.
Dando asas ao acaso sai ontem a toda.
Depois de encontrar amigos e assistir Abraços Partidos do Almodóvar – que gostei – no início da noite estava eu na marques de sapucaí vendo a concentração para o ensaio técnico.
Uma das agremiações a desfilar era a beija-flor, que este ano homenageia brasília. Fiquei me perguntando se haveria alguma ala de panetones. Mas, ao que consta, Joãozinho Trinta, numa alfinetada, já sugeriu que o carro abre-alas seja um grande panetone.
eheheheh
Saí para dar um volta com minha Helê, ainda encantada com apresentação da filha no balé. Além de orgulhosa pelo seu super ipod e os bordados na saia da filha. Coisa de Rainha. Pois a filha, com certeza, é uma princesa.
E isto só veio reforçar a minha convicção que deveria ter concurso pra ser mãe (e pai). Teste longo, com questões difíceis e gráfica segura, onde não se poderia roubar a prova e levar o gabarito pronto pro exame.
Explico.
Tenho uma vizinha que deixa os filhos com a mãe. Vez por outra ouça a avó aos berros com o garoto – para de mexer nesta p..., c... Não vê que está bagunçando tudo, seu fdp.
Ai, penso que o garoto está tendo uma educação primorosa. Pelo menos não faltarão palavrões em seu vocabulário. Numa briga quando o time dele perder, será fácil xingar o juiz. E ao mesmo tempo, ela deve saber a filha que criou.
Agora, outra vizinha adolescente teve um filho há um ano e pouco (os pais pelo menos deram guarida a filha, ao neto e ao genro. Onde cabem todos na casa não sei). De manhã ouço o choro do garoto que não quer tomar banho. A avó: se você não entrar no banho vou chamar o bicho papão que está lá na porta pra lhe pegar. Os meus cabelos ficaram
Estas não poderiam nem se inscrever no concurso.
Quase não tenho assistido tv. Como estou sem assinatura de tv(tudo está para depois da obra que está parada sem data para recomeçar. Uma maravilha...) e canal aberto... fecha.
Mas, acabei não resistindo e quis ver Cinquentinha. Gosto do Aguinaldo Silva - apesar dele ter virado - inacreditavelmente num quase reacionário - de direita (se isto ainda é cabível).
Achei algumas cenas engraçadas. Mas não precisa tanta gritaria. Nem tanto pastelão. E convenhamos... Aguinaldo Silva não é Nelson Rodrigues e wolf maia nem de longe - nem de muito muito MUITO longe é Visconti.
Então, no máximo - considerando o talento e obra do Aguinaldo - vinte cinco.
Se algum dia o juízo for maior, a inteligência der o ar da graça e os estudos forem levados a sério, gostaria de estudar os “puxadinhos da classe média” (os ricos também fazem muito).
A orla do Rio (acho que Copacabana mais) tem exemplos que não acabam.
Explico. O arquiteto (prefiro pensar que os prédios, principalmente os bonitos, foram projetados por arquitetos) passa horas tentando um equilíbrio entre claros – escuros, cheios e vazios e depois vem os proprietários e fecham todas as varandas. E muitas vezes, cada andar com um material diferente que é para a composição ser “moderna”.
Quando vi este vídeo o que mais me chamou a atenção foi justamente como o claro – escuro (varandas, janelas fazem isso nas fachadas) modifica totalmente o plano.
Ainda não sei se gostei do livro. Tem umas partes bem interessantes, mas acho que a Paula Dipp se perdeu entre a autobiografia e o livro que ela queria escrever sobre o Caio. Ler coisas repetidas inúmeras vezes foi meio chatinho.
Mas, tem partes como esta:
... Caio... ganhou uma bolsa da Maison dês Écrivains Étrangers...
A bolsa incluía casa, faxineira, comida e uma ajuda de custo de mais de mil dólares mensais. Luxo para todos: ele nunca teve tantos privilégios!
O apartamento era amplo, iluminado, no décimo andar de um lindo prédio à beira-mar. Um mar do norte, brumoso, é verdade, mas ainda assim o mar, que ele tanto amava e que se descortinava poderoso em surpreendentes 360 graus de janelas envidraçadas. E o tempo, o precioso tempo, que sempre lhe fugia, agora estava à sua disposição.
Pág 373
Para sempre teu, Caio F.
Paula Dip
robin williams é a maitê amricana.
eheheheheheh
NB - Menos, gente. Menos. Foi só uma piada.
Ou experiência. Visto ele já ter se internado em clínica de desintoxicação pode ser que ele tivesse contato direito com os fornecedores.
mas é mesmo um porquinho.
Adorava essa propaganda. Uma forma bem humorada de chamar atenção.
Agora, o prefeito do Rio, que eu não acho lá estas coisas, está reclamando que a população anda sujando muito as ruas. Concordo plenamente. É um absurdo que no centro do Rio - local de escritórios, empresas de alto nível, comércio as ruas tenham que ser varridas 5 (ele disse cinco) vezes ao dia. Absurdo. Sem falar de que os cantinhos viraram banheiro - em qualquer hora do dia ou da noite. Neste ponto acho que faltam banheiros públicos. Mas lixeiras não é o que faltam nas ruas. Falta é vergonha na cara das pessoas mesmo.
Então, apesar de achar o prefeito uma ... deixa pra lá... apoio a campanha a favor da educação.
Nunca pensei que uma semana em Sumpaulo iria tumultuar tanto a minha vida. E olha que eram compromissos... políticos. Não era exatamente trabalho, mas era trabalho.
Com amig@s foram encontros rápidos. Óooooootimos, mas rápidos. Mas mesmo que eu tivesse passado a semana grudado nelas eu acharia pouco.
Aqui deveria ter uma foto da Ipiranga com a São João, mas quando saimos não levei a máquina, o celular estava com bateria fraca e o colega que tirou a foto fica enrolando... tá no celular, tá no computador, depois envio... enfim... no image.
Mas, Meninas, o encontro foi ótimo.
Um dia ainda volto no mesmo bat canal.
São nos menores frascos que estão os melhores perfumes... e os piores venenos, claro.
Comigo o frasco exerce forte apelo. Esse eu comprei não só pelo belo azul e canelado do vidro, mas porque me lembrou o gato da ::Fer::
O cheiro amadeirado nem é dos meus preferidos, mas é gostoso.
O porém fica por conta do spray. Odeio perfume que, para lucro do fabricante, mesmo apertando suavemente lhe dá um banho.
Não, não, não estou entrando na seara da Ana Paula.
Cidades continuam sendo departamento dela.
E diga-se de passagem, foi mesmo mera coincidência eu falar de decoração na literatura e ela cidade na literatura.
Como já havia sugerido uma música pra ela, não achei válido ficar dando sugestões ou – pretensão – ficar pautando o blog dela, ora.
Mas, confesso, quando ouvi no rádio (adoro rádio) esta música do Tom Zé, que eu não conhecia, pensei imediatamente no Urbanamente.
Tá! lembrei da Fal também (Augusta pertencendo a grande Vila Sônia) e outras minas lindas (Juju, Helga, Bew, Maloca... ).
Tom Zé
Augusta, graças a deus,
Graças a deus,
Entre você e a angélica
Eu encontrei a consolação
Que veio olhar por mim
E me deu a mão.
Augusta, que saudade,
Você era vaidosa,
Que saudade,
E gastava o meu dinheiro,
Que saudade,
Com roupas importadas
E outras bobagens.
Angélica, que maldade,
Você sempre me deu bolo,
Que maldade,
E até andava com a roupa,
Que maldade,
Cheirando a consultório médico,
Angélica.
Augusta, graças a deus,
Entre você e a angélica
Eu encontrei a consolação
Que veio olhar por mim
E me deu a mão.
Quando eu vi
Que o largo dos aflitos
Não era bastante largo
Pra caber minha aflição,
Eu fui morar na estação da luz,
Porque estava tudo escuro
Dentro do meu coração.
Até eu que conheço pouco São Paulo reconheço as ruas.
Engraçado pensar que a melhor tradução de São Paulo – Sampa - é de Caetano – um baiano e esta também de um baiano. Se bem que eu acho o Tom Zé de outro planeta, mas enfim... achei a música hilária.
Arte - Jisa
"Como um conto de fada tem sempre uma bruxa pra apavorar.
O dragão comendo gente e a bela adormecida sem acordar.
Tudo que o mestre mandar e a cabra cega roda sem enxergar.
...
E você se escondeu, e você não quis ver..."
Jadins de Infânica
João Bosco & Aldir Blanc
. folia
. Decor VI
. minerim