Quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

quádruplo

quadruplo

by Cláudio Luiz

 

É importante enfeitar as paredes.

Quádruplo de 1.

Homenagem aos meus amigos portugueses. 

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Terça-feira, 7 de Outubro de 2014

Arq-tipografia

 

arqtipo102

 

by Cláudio Luiz

 

Rua das Laranjeiras - Laranjeiras / Rio de Janeiro - RJ

 

Textura. Lembrei-me das antigas tela de galinheiro.

Além das grades para atrapalharem as fotos ainda tem os lustres pendentes que são um clássico.

A porta também era interessante.

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Terça-feira, 23 de Setembro de 2014

entrega

 

Setembro

 

Fotógrafo [?]

- apesar da pesquisa, ainda não descobri.

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Sábado, 20 de Setembro de 2014

acordes em si e mi

Os arquitetos que se dedicam a projetos de interiores sempre foram vistos de ladinho, de um modo geral, pelos colegas que adoram se intitular arquitetos / urbanistas.

Com a criação do conselho, e a hipótese de perder um nicho do mercado, interiores está na lista de atividades do profissional de arquitetura. O pessoal do design – que ainda nem sequer tem sua profissão reconhecida – grita com razão.

A discussão do que é mais importante – arquitetura, urbanismo, interiores – é grande, com cada profissional relacionado com uma área tentando se valorizar.

Sempre me pergunto, por acreditar que o ponto principal é habitar - do que adianta uma cidade bem planejada, com boa mobilidade, onde as construções são horrendas? Do que adianta uma casa com excelente projeto arquitetônico, completamente vazia, não permitindo seu uso como moradia?

Então, urbanismo, arquitetura, interiores estão intrinsecamente ligados, pra mim. Como o todo humano.

“O planejamento urbano não diz respeito apenas a coisas práticas, ele também reflete as ambições e desejos humanos. Foi isso que levou Luís XIV a transformar Paris de uma cidade medieval em uma cidade moderna. A mesma intenção, embora em menor escala, leva-nos a redecorar a cozinha ou a mudar os móveis de lugar na sala de visitas ou a pintar a sala de estar da família.” (Rybczynski, Witold)

Tudo está tão ligado, que o livro sobre urbanismo em vez de me fazer lembrar de meus amigos arquitetos, remete-me para a brilhante Camila Pavanelli, que entre uma linha e outra de sua tese, gosta de ouvir jazz.

“... Se o planejamento de Paris pode ser comparado ao afinamento da música sinfônica, as cidades da Nova Inglaterra podem ser comparadas ao jazz. Claro que um jazz bem-comportado – digamos que do pianista Bill Evans e não de Fats Waller. Mas, como o jazz, ele envolve improviso e, como no jazz, isso não significa que o resultado seja acidental e que não existam regras.” (Ibidem)

Nem imagino se ela gosta dos músicos citados, foi apenas pela relação com o estilo musical mesmo.

Vou ali pensar que estilo musical combina com a minha casa ou o meu projeto do momento ;c)

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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2014

composé

 

 

by Cláudio Luiz

 

para quarto de uma adolescente - casa de praia

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

setembro

 

by Luke Nugnt Studio

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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

piroso

O piroso aí foi só por que a Luciana, minha amiga linda e gostosa, que faz doutorado em Lisboa, usou outro dia e ficou em dúvida se a gíria portuguesa equivaleria ao nosso brega. Eu acho que sim.

Então, aproveitando que o brega existe, é engraçado e tem o seu lugar, taquei flores de plástico no banheiro.

 

 

Como não queria vizinhos bisbilhotando que shampoo uso e no box não tem um nicho maravilho e não gosto daquelas prateleirinha de vidro, pensei em outras soluções, inclusive em forma de pão siliconada que tem cores lindas, mas... optei pelo bom brega mesmo. Comprei uma jardineira com colunas gregas, que já facilitava por ter furos no fundo para escoar a água, mais flores (pena que na loja as únicas grandes eram brancas) e temos um lindo cestinho para guardar frascos, sem que sejam vistos do outro lado do basculante ;c)

 

 

Considerando que é a cozinha é americana, e não é difícil ver a “área de serviço”, decidi tirar a comum cordinha branca do varal e colar uma mais bonitinha, digamos.

E quem olhou só a foto pode até pensar que decidi fazer alpinismo.

eheheheheheheheheheh

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2014

Arq-tipografia

Gal Costa canta ao fundo "E é como se então de repente eu chegasse ao fundo do fim / De volta ao começo / De volta ao começo...".

Iniciando "nova" contagem esta é a arq-tipografia 101. Pra manter o ritmo, lembremos da primeira. Passando por copacabana deparei com esta pérola. Não acho que tenha a beleza e leveza da inspiradora do arq-tipografia, mas dá para levantar a hipótese de ser da mesma leva ou de um mesmo arquiteto. O desnivelamento / alinhamento pode ser descudido posteriror.

 

 

by Cláudio Luiz

 

Av. N. S. de Copacabana, 1040 - Copacabana - Rio de Janeiro / RJ

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Quarta-feira, 23 de Julho de 2014

são quatorze horas, vinte minutos e trinta segundos

A primeira roda gigante do mundo foi construída em Chicago para a Exposição Universal de 1889.

Foi projetada e construída por George Gale Ferris. Ela foi instalado no parque de diversões – Midway Plaisance – tinha 75 m de diâmetro, com 36 cabines, capaz de levar 1.500 pessoas por vez (há quem diga 2.160 – 60 pessoas / cabine). Impulsionada por dois Motors a vapor de 1000 HP.

 

Você sabia?

 

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Quarta-feira, 9 de Julho de 2014

tipografia na copa

A nike investiu na criação de tipografia novas para as seleções que vestem suas camisas.

O designer brasileiro Bruno Big criou a do Brasil (inspirada em cartazes impressoas à mão comumente vistos nas ruas do pais). O holandês Wim Crouwel e o inglês Neville Brody foram outros dos designers.

 

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Terça-feira, 1 de Julho de 2014

julho

 

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Sábado, 28 de Junho de 2014

batalha

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Sexta-feira, 27 de Junho de 2014

mostruário

 

Não, não é a minha loja preferida de puxadores. É só mesmo o cabideiro do meu quarto.

Ah, antes que alguém diga que a ideia é batida e já viu 300 vezes na internet, eu sei.. Mas é o meu quarto. Então, me deixa!

Um pouco depois de ter voltado de Portugal a primeira vez (dois anos depois eu passei lá mais um tempo) vi estes puxadores e pensei em fazer isto. Ao cliente que sugeri, ele não aceitou. Há 3 anos voltei a sugerir para uma cliente, porque achei que ficaria bem na cozinha dela. Mesmo que um pouco reticente, acabou aceitando e foi ela mesma escolher e comprar os puxadores. Como ficava na lateral do armário que dividia a cozinha da área de serviço, foi fácil colocar e ficou ótimo.

Agora, como quis fixá-los direto na parede... tsc, tsc, tsc... os parafusos originais, sem fenda, não adiantava. Tentei comprar uns decentes e não encontrei e ainda por cima, dois dos que encontrei com cabeça redonda e fenda não entraram nas porcas :c( Então, ainda precisam de uns ajustes, mas achei lindo o azul, o verde e as formas. E prático.

 

NB - As cortinas da sala chegaram. Ficaram ótimas. A mãe de um amigo fez pra mim - degrátis. :c)))

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Sábado, 21 de Junho de 2014

solstício

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Quarta-feira, 11 de Junho de 2014

Arq-tipografia

by Petita Uchôa 

 

Rua Leopoldo Miguez - Copacabana - Rio de Janeiro - Brasil

 

100

 

Como 100 é um número redondo e passível de comemoração, publico uma foto da minha "irmã" Petita para comemorar.

Se minhas fotos não têm lá grande qualidade, valeu pelo menos para despertar em algumas pessoas o interesse pela "arq-tipografia" (5 pelo menos já me disseram isso textualmente. Como tenho 6 leitores, fico pensando que é uma boa média. eheheheheh).

 

Eu havia pensado inicialmente fazer algumas fotos, depois, pensei que 100 seria um bom número. Acabou que levei bem mais tempo para publicar do que gostaria e, agora, ainda tenho mais algumas a publicar. Vamos lá. Aguardem mais algumas fotos, então.

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Sexta-feira, 6 de Junho de 2014

colibris na janela

"As casas precisam de muitos brinquedos

Onde tornem a vida bonita por lá

Potinhos, doçuras, paninhos, segredos

Um abacaxi para o maracujá

 

 

Uns livros queridos, canela, verdades

Um pouco de açucar, estrelas de giz

Abraços, soprinhos, risadas, saudades

A casinha nova do Cláudio Luiz"

 

Autora conhecida

e muito amada

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Segunda-feira, 2 de Junho de 2014

Decor XV

Atônita, Bishop via as mãos mágicas de Lota desenhando a planta do estúdio. A sala com uma janela de correr, o banheiro, a estufa, a cozinha, uma poltrona bem confortável. Bishop ficaria totalmente independente. Hum? O chão vai ser de tijolo de barro, fica ótimo. As paredes, caiadas. Quando olhar pela janela, vai ver o riacho passando e todas aquelas árvores. Que tal?

 

Flores Rara e Banalíssimas

A história de Lota de Macedo Soares e Elizabeth Bishop

Carmem L. Oliveira

pag. 38

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Sábado, 31 de Maio de 2014

Arq-tipografia

by Cláudio Luiz

 

rua Barão da Torre - Ipanema - Rio de Janeiro / RJ

 

A clássica Bauhaus.

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Domingo, 18 de Maio de 2014

tempo

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Quarta-feira, 14 de Maio de 2014

cama, mesa, banho

Segui a dica da Monix e comprei a cama. Entregaram inclusive antes, bem antes, da data marcada. O que foi ótimo. Assim, só dormi no chão dois dias.

A Renata Lins vai dizer que sou chato, mas prefiro acreditar que é só exigência. E bom gosto. Eheheheheheh

Troquei os puxadores, of claro. O quarto todo branco, e o puxador era de – plástico – marrom. Não, não pode. Troquei por um cromadinho simpático. Não é mais bonitinho?

 

Mesmo critério usei no armário. Optei pelo branco por ser mais econômico. Escolhi puxadores – não tão econômicos, mas que dariam um up no armário. Ficou assim.

 

 

Confesso que gostei do resultado. Ficou digno.

 

NB – chegou a máquina de lavar \o/O que significa que não precisarei mais perturbar a Monix. Bem, a não ser quando faltar açúcar ou farinha para terminar de fazer a massa do bolo. Eheheheheheheh

Monix, obrigadíssimo pela ajuda. Valeu, vizinha!

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Domingo, 4 de Maio de 2014

Arq-tipografia

 

by Stella Cavalcanti

 

Rua Desembargador Izidro - Tijuca - Rio de Janeiro / RJ

 

O atraso desta postagem tem o patrocinio exclusivo da incompetência da oi. Foi tanta incompetência que resultou numa mudança de operadora.

A fonte é bem provável que seja "copperplate gothic" e o nome ficou meio com cara de empreendimento empresarial/comercial, não?
É só trocar tijuca por perfumes que já teríamos uma loja. eheheheheh

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Sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Deitado [nem sempre] em berço esplêndido

Como o apartamento é pequeno e eu decidi juntar todas as minhas coisas que estavam espalhadas, qualquer espaço de armazenamento é importante.

Cama? Baú, é claro.

Tradicionalmente tínhamos camas mais baixas. Nem era raro... “nossa caminhadura / Cama de tatame / Pela vida afora”. Numa relação mais próxima com a europa e o oriente.

Agora, com a “invasão” americana de camas altas e grandes, é um terror.  60 cm de altura (no mínimo) e king, claro. Pra os apartamentos pequenos fica aquele mar de cama no quarto, tornando-o visualmente menor e mais entulhado.

Sempre que vejo casas americanas os espaços são mais generosos que os nossos. Tá, aquele seu amigo que mora em Nova York o apartamento dele é minúsculo. Mas desde a época que a sessão da tarde exibia filme em p&b, que apartamentinhos lá tinham camas embutidas nos armários. Ótimo. Acordou, levanta a cama e vc deixa de ter um quarto de dormir pequeno e passa a ter um closet generoso.

Não será meu caso. Até porque ferragens no Brasil ainda é uma coisa difícil de achar.

Então, escolher com cuidado um colchão de casal padrão, bom e que não seja alto [nem caro].

 

NB – a próxima agonia será escolher o sofá. Afinal, todos no Rio moram em apartamentos com salas enormes que podem acolher facilmente sofás com um metro de profundidade (padrão comum nas lojas).

Tudo bem, o mercado para ricos é mais interessante, mas pobre também compra e tem bom gosto, porra.

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Terça-feira, 1 de Abril de 2014

Casa de ferreiro...

Sempre li que taurinos são conservadores e odeiam mudanças. Sendo taurino, há estrelas cadentes no meu mapa. Pra semana me mudo, e será a minha 21ª mudança de casa. Tudo bem, não sou um adolescente, mas...

E olha que nem é a casa definitiva, pois a bolha ainda não me permitiu comprar o apartamento.

Terá um gostinho especial, considerando que o projeto é meu. O projeto de reforma foi pensado em um melhor aproveitamento dos espaços, dar uma certa amplidão ao apartamento pequeno e sem muito detalhes, visto que era para alugar. Então tem cozinha americana (no momento é até moda, mas não faria na minha casa de maneira alguma) e o piso do apartamento todo é cerâmica (espero que no apartamento que comprar eu possa preservar o taco).

Apesar de ter um caderno de especificações, incluindo cores, pensei em alterar tudo. Na hora de comprar a tinta acabei apenas alterando o tom – escolhi um cinza levemente azulado e para rodapés e portas um tom abaixo. O rodapé ficou bem mais claro que a especificação original, mas o proprietário deixou. Depois de pintado, o azulado do rodapé tem muito de lilás. Enfim... trocar a cor na hora da compra – bad. Very bad. Não comprar a latinha para amostra (coisa que eu sempre sugiro para os meus clientes, até para que eles possam ter mais segurança da escolha) acontece isto.

E como todo cliente, fiquei enlouquecido - não vai ficar bom.

Aí, digo eu pra mim mesmo, repetindo o que falo pro clientes:

- Calma, ver o apartamento vazio, sem as peças não é a mesma coisa.

Ufa! Ainda bem.

Apesar do stress era o que eu havia pensado e vai resultar.

(mas o medo da Fal não gostar, continua).

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Quarta-feira, 19 de Março de 2014

Decor XIV

O andar térreo contava com um vestíbulo de piso de cerâmica, uma sala espaçosa com lareira, uma cozinha cuja porta dos fundos dava para a horta de tomates e abóboras, uma despensa com estantes caiadas e um dormitório no qual se sentia o perfume das especiarias, legumes e hortaliças. No vestíbulo de piso de cerâmica se encontrava a escada, roída pelo caruncho e a tristeza das teias de aranha, que levava ao primeiro andar e ao sótão.

...

O primeiro andar contava com quatro dormitórios e um banheiro, distribuídos em um corredor com sacadas que davam para o jardim e por onde a luz invadia a casa por entre os ramos das madressilvas. Em um canto do dormitório maior, esquecido sobre uma estrutura de ferro, um jarro de louça com arabescos azuis. Os outros cômodos estavam vazios e se podia escutar o eco da respiração.

Em uma extremidade do corredor, a escada se estreitava na subida ao sótão. Os degraus se mostravam frágeis e rangiam conforme Clara avançava. No fim da escada, a luz inundava o lugar entrando por uma pequena janela em forma de lua cheia por onde se podia ver a solidão do mundo. Havia várias com cobertas por lençóis que cheiravam à lavanda apodrecida, uma cômoda de estilo francês em ruínas e, apoiada nela, uma espingarda de caça cuspindo pólvora.

[pág. 35]

 

A primeira coisa que adquiriu foi quatro candelabros de velas grossas para cada um dos cantos da sala. ...

 

Na cidade, completou o mobiliário da sala com sofás de cetim escarlate, quadros de odaliscas envolvidas em tule lilás, um tapete que mostrava uma caça à raposa e cortinas verdes de seda adamascada. A loja onde comprou esses objetos vendia móveis, artigos de decoração e adereços utilizados em representações de ópera, que já não interessavam aos teatros por estarem velhos ou fora de moda.

[pág. 36]

...

 

Quando já gastara todo o orçamento, Clara se enamorou pela cama onde Otelo matara Desdêmona. Tinha travessas de ferro negro cobertas por um dossel púrpura e era de tamanho colossal, não exatamente o ideal para ser montada e desmontada nos teatros. Por isso só fora usada em algumas representações. Tanto insistiu em levá-la custasse o que fosse, que o barítono a trocou por seus favores camponeses. Sobre um baú do armazém, aturdida por uma ária de Rigoletto, Clara Laguna conheceu seu segundo cliente.

[pág. 37]

 

A casa dos amores impossíveis

Cristina López Barrio

 

Tradução – Fal Azevedo

 

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