São nos menores frascos que estão os melhores perfumes... e os piores venenos, claro.
Comigo o frasco exerce forte apelo. Esse eu comprei não só pelo belo azul e canelado do vidro, mas porque me lembrou o gato da ::Fer::
O cheiro amadeirado nem é dos meus preferidos, mas é gostoso.
O porém fica por conta do spray. Odeio perfume que, para lucro do fabricante, mesmo apertando suavemente lhe dá um banho.
Aramis pra mim agora só mesmo o Gato da ::Fer::
Não, não, não estou entrando na seara da Ana Paula.
Cidades continuam sendo departamento dela.
E diga-se de passagem, foi mesmo mera coincidência eu falar de decoração na literatura e ela cidade na literatura.
Como já havia sugerido uma música pra ela, não achei válido ficar dando sugestões ou – pretensão – ficar pautando o blog dela, ora.
Mas, confesso, quando ouvi no rádio (adoro rádio) esta música do Tom Zé, que eu não conhecia, pensei imediatamente no Urbanamente.
Tá! lembrei da Fal também (Augusta pertencendo a grande Vila Sônia) e outras minas lindas (Juju, Helga, Bew, Maloca... ).
Tom Zé
Augusta, graças a deus,
Graças a deus,
Entre você e a angélica
Eu encontrei a consolação
Que veio olhar por mim
E me deu a mão.
Augusta, que saudade,
Você era vaidosa,
Que saudade,
E gastava o meu dinheiro,
Que saudade,
Com roupas importadas
E outras bobagens.
Angélica, que maldade,
Você sempre me deu bolo,
Que maldade,
E até andava com a roupa,
Que maldade,
Cheirando a consultório médico,
Angélica.
Augusta, graças a deus,
Entre você e a angélica
Eu encontrei a consolação
Que veio olhar por mim
E me deu a mão.
Quando eu vi
Que o largo dos aflitos
Não era bastante largo
Pra caber minha aflição,
Eu fui morar na estação da luz,
Porque estava tudo escuro
Dentro do meu coração.
Até eu que conheço pouco São Paulo reconheço as ruas.
Engraçado pensar que a melhor tradução de São Paulo – Sampa - é de Caetano – um baiano e esta também de um baiano. Se bem que eu acho o Tom Zé de outro planeta, mas enfim... achei a música hilária.
2004 - Lisboa
Rio - 2009
Arte - Jisa
"Como um conto de fada tem sempre uma bruxa pra apavorar.
O dragão comendo gente e a bela adormecida sem acordar.
Tudo que o mestre mandar e a cabra cega roda sem enxergar.
...
E você se escondeu, e você não quis ver..."
Jadins de Infânica
João Bosco & Aldir Blanc
Há tempos navegando na internet descobri o Sleeveface.
Uma brincadeira que eu achei genial e a cara da Helê (por ela gostar imensamente de música e ainda ter alguns vinis).
Sugeri pra ela fazer algumas fotos, mas ela resistiu bravamente. Mas cedeu aos encantos e até rendeu um post em 3 de Junho de 2008 – ai, o tempo não para.
Agora, de novo, a internet me brindou com uma proposta semelhante. A imagens são do janosepowell.
Olhar para o passado.
Digam-me se a idéia não é genial.
Looking Into the Past: Markest Steet, Leesburg, VA
Looking Into the Past: Union Station Square, Washington, DC
Looking Into the Past: 8133 Main Street, Ellicott City, MD
Looking Into the Past: Carvel Hall, Annapolis, MD
Falo do livro A sociedade literária e a torta de casca de batata,
será que alguém irá considerar que é spoiler?
by Cláudio Luiz
Minha adorável Fal,
Não podia deixar de lhe escrever para agradecer os momentos agradáveis que passei na companhia de Juliet, Sidney, Dawsey, Eli, Isola e todos os outros. Até mesmo do insolente Mark.
O livro é adorável. Gostei imenso.
Elas conseguem nos mostrar o terror da guerra, mas nos segurando no colo para não ficarmos muito abalados.
Você sabe, eu adoro cartas. Lembro-me com saudades do tempo que fazia uso mais freqüente desse meio de comunicação.
Apesar de já ter terminado a leitura, ainda tenho dúvida se elas trouxeram o passado para o presente ou levaram o presente para os tempos da guerra.
Pois, convenhamos, Fal, A sociedade literária e a torta de casca de batata é uma comunidade do orkut, não? Até por conta do nome estranho, típico do orkut. E as cartas que chegavam numa rapidez enorme? Ainda mais considerando os tempos pós-guerra. Podiam ser emails. Depois, aquela troca adorável de mensagem entre Juliet e Mark eram torpedos ou ela se encantou com o Twitter?
Lembro-me bem, quando ela o conheceu. Eu havia acabado de ler a sua crônica - Ercília - no ig (diga-se de passagem, crônicas sempre ótimas). E só conseguia pensar: Juliet não percebeu que a luzinha acendeu. Juliet ignorou que a luzinha acendeu. Juliet não ponderou... quanta aflição. Principalmente, por que eu já estava torcendo pelo Dawsey.
Mais a frente teve a carta “De alguém que gosta de animais para Juliet” (datada Noite de quarta-feira) e eu me perguntei: Porque Marina W não assinou o e-mail?
Considerando que Juliet é uma escritora encantadora, ela poderia ser você. Mas, Elizabeth é tão forte, tão agregadora, tão admirável... que já nem sei. Neste caso o Alexandre seria o alemão – “Ele era exatamente como você imagina que seja um alemão: alto, louro, de olhos azuis... só que ele podia sentir dor.” Isso não é a descrição exata de um príncipe encantado que é real? E Alexandre era um príncipe. Acho eu.
E as duas autoras? Ora, são as Duas Fridas, of claro. Sendo uma tia e uma sobrinha, complica. Visto Frida Monix e Frida Helê serem de idades próximas, então, não me peça para dizer qual é qual.
A única coisa que eu posso dizer, com certeza, é que o livro é ótimo. A leitura agradável. E você uma amiga adorável.
Obrigado pelo presente.
Do sempre seu,
Cláudio Luiz
Acompanhada em diversas ocasiões por Eben, Eli, Dawsey ou Isola, percorri as dez freguesias da ilha nos últimos cinco dias; Guernsey é muito bonita em sua imensa variedade – campos, bosques, cercas vivas, vales, mansões, dólmenes, penhascos, lojas de feitiçaria, estábulos
Os piratas de Guernsey tinham um gosto refinado – eles construíram lindas casas e prédios públicos imponentes. Estes estão em ruínas, necessitando urgentemente de reforma, mas sua beleza arquitetônica se mantém. Dawsey me levou a uma igrejinha, toda feita de cacos de porcelana e cerâmica, formando mosaicos. Um padre elaborou tudo sozinho – ele devia fazer visitas pastorais munido de um martelo.
Pág 183
Tantos livros, Sidney, que ainda não tive tempo de examinar todos eles – as estantes da sala estão lotadas e há livros até no armário da cozinha. Ela até pôs uma pilha de livros ao lado do sofá para servir como mesinha – não foi brilhante?
Pág 182
A sociedade literária e a torta de casca de batata
Mary Ann Shaffer e Annie Barrows
A., olá! Tudo bem?
Vou meter a minha colher nesta história da idiota da maitê.
Não que eu ache que ela tenha justificativa. Achei um absurdo. E a desculpa que ela gravou é um nada. Pior a emenda que o soneto.
O que sugeriria, se isso me fosse permitido, é um boicote (vocês usam esta palavra aí?) geral aos livros dela, caso ela se atrevesse a aparecer com alguma peça, ninguém na platéia - claro! - e deixarem de ver o saia justa. Melhor seria um grande cancelamento da gnt. Assim, eles se dão conta que tem brincadeira que não se faz. E liberdade de imprensa é outra coisa.
Esta história assustou-me imenso.
Sempre fui bem tratado no período que morei aí. Tive problema sério apenas uma vez. Achei que o gajo era um estúpido. Ele, não os portugueses.
Como este vídeo da maitê (em minúsculas mesmo) é de 2007, achei estranho o seu reaparecimento. Fico com medo disto ser só uma articulação, para que preconceituosos de um modo em geral e alguns políticos de direita em particular, utilizem deste facto para denegrir os brasileiros (a maitê é brasileira, mas não é OS brasileiros) e elevar o desrespeito aos brasileiros que aí moram.
O povo brasileiro é festeiro, sim. Mas não somos todos iguais (quantas vezes não vi portugueses surpreendidos por eu ser brasileiro e tão calado? muitas). Tem brasileiro que é ladrão? claro. Nossa classe política, então. Mas não são todos. Há brasileiras que são putas? Sim. Mas o números das que não são é muito maior.
Vocês sabem que há portugueses do piorio. Que não engrandecem em nada a terrinha. Mas há todo um povo que torna esta terra uma maravilha. Há os belos monumentos - do Mosteiro dos Jerónimos à casinha de pedra da aldeia. A comida divina - dos pasteis de Belém ao bacalhau com broa. Sem contar o vinho (eu prefiro o tinto maduro do Alentejo). E há portugueses fantásticos como você e o C.
Lamento que haja brasileiras estúpidas como ela, mas espero que vocês saibam bem separar.
Abraços brasileiros, deste que vos adora,
Cláudio Luiz
Depois de ter atropelado a ideia inicial, está aí o painel de azulejos que pensei em mostrar para a Viviane.
by Cláudio Luiz
Update – uma amiga, leitora deste blog, perguntou se é a minha casa. Esclareço. Não.
Esta é a casa de uma cliente. Eu havia feito a decoração da casa anterior deles e quando se mudaram pediram a minha ajuda. Clientes que voltam são um luxo.
Com os gastos com o apartamento novo que era bem maior, numa área melhor, não dava para fazer muitas coisas. Mas fui lá dando os meus palpites.
Ela tinha problema com este vidro que separa a cozinha da área de serviço (ou marquise ou lavandaria, como dizem lá na terrinha, visto esta obra ser na Maia – Portugal). A porta é em vidro fosco, já o painel era em vidro transparente que permitia a visão das roupas a secar e outras coisas. Então, sugeri o painel de azulejos. Fotografei azulejos da cidade, incluindo o Porto e arredores e os desenhei. Montei o painel, imprimi em vinil que foi colado ao vidro - não impedido de toda a entrada da luz, mas não permitindo mais a vista da área e compondo um clima bem agradável na cozinha.
Ontem, acabei por não fazer uma coisa que queria muito. Mas, hoje, já está.
Agora, só queria ser uma mosquinha para ver o desenrolar da cena.
E mais, como mamãe sempre dizia: quem procura, acha. Quem guarda, tem.
Falando abaixo de ajuda para expor, lembrei-me de uma idéia antiga. Sempre penso que a prefeitura deveria abrir um gabinete multidisciplinar – eita palavrinha da moda – de apoio aos vendedores ambulantes (camelô é politicamente correto?).
Acho se conseguissem enfiar na cabeça deles algumas formas de expor a mercadoria o trânsito nas calçadas ficaria menos prejudicado e as esquinas menos feias.
Já que é mesmo impossível eliminá-los, porque não diminuir os transtornos. E acho que deveria ter apoio aqueles que vendem trabalho feito pela esposa, pelo vizinho, pela associação de moradores. Porque assim teria um trabalhador na rua e vários em casa e uma economia a circular.
NB - ainda tem o terrível vitrinA em português. Ou pra ser mais original - montra.
Na falta de programação melhor, acabei indo na feira Brasil Rural Contemporâneo. Ganhei convites, era ali mesmo na esquina, então... Lógico que a chuva só atrapalhou. Dos convites para os shows acabei indo só nos do Martinho da Vila e do Chico César.
Como ao que parece o lucro dos shows estavam no bar, a pontualidade era algo que não existia. O do Matinho da Vila que foi na quinta-feira estava marcado para as 22:30h. Chutei uma hora e meia de show - meia noite, razoável para quem – como eu – trabalhava na sexta. Enfim... 23:45 começava a folia. Assisti meia hora e bye bye.
A feira, estava intransitável. Toda a programação visual – até interessante – se perdeu nos stands. Sendo a maioria de artesãos, podiam ter uma ajuda de como melhor expor o trabalho. Até para ajudar nas vendas. Mas, a grande maioria dos visitantes só queria mesmo as provinhas, o que obrigava aos interessados em comprar ainda mais paciência. Dei uma geral e vazei... com uma garrafinha de cachaça na mão.
Migração sempre me lembra patos.
E acho que estou sendo um patinho.
Depois de muito procrastinar fui solicitar a migração do meu celular.
A operadora de 2 letras não seria a melhor escolha. A de 4 não funciona no meu aparelho (e eu não quis comprar um aparelho novo na dúvida). Sobrou a de 5.
Fui lá ontem e estou achando que terei problemas. O atendente queria me empurrar vários pacotes (eram torpedos, número escolhido etc etc etc) e eu NÃO... NÃO... NÃO... NÃO... ele já ficando irritando e eu mais ainda. Até que incluiu uns brindes – 3 meses de teste sem compromisso. Mais tardar no final do mês estarão cancelados ou estarei procurando outra operadora.
Enquanto a concorrência for medíocre (não no sentindo mediano que tão bem nos explicou a Cynthia – que por sinal, anda nos privando dos seus ótimos textos :o( , mas sim no popular mesmo – baixo nível), a escolha torna-se quase impossível.
Ontem, li a entrevista com a Min. Dilma no globo. Gostei.
Saber que ela vê tv, acompanha novela, ouve umas músicas que a gente ouve. Bom. Estou falando sério.
Porque lendo os jornais (quando eram menos piores) eu ficava abismado dos políticos não entenderem certas idéias. De não aproveitarem certas sugestões. Culpava os releases preparados pelos assessores. Agora, com internet eles bem que podiam ler umas coisas interessantes, não?
NB- Já hoje, ouvi uma música, se não me engano era a Martinália, que eu vou querer incluir na minha parada de sucessos.
post do de(coeur)ação
para me lembrar da hipótese
+
copyright expirado
+
amiga, que fez posts tb a respeito, fazendo aniversário
=
cópia autêntica
by Cláudio Luiz
Sempre que me pego pensando contra a realização das olimpíadas aqui no Rio me sinto o pior dos cidadãos. Como não estou torcendo pela cidade? Não tenho dúvida que um evento desse porte é um benefício para a cidade, mas... tem que ter políticos e política consciente do outro lado. O que, decididamente, não é o nosso caso.
Semana passada encontrei com um amigo no centro, ele havia comprado pra mim ingresso para assistir Bibi Ferreira. Como ainda não tinha assistido a nenhum espetáculo com ela, achei que era imperdível. Decididamente ela é uma grande dama do nosso teatro.
Para ir para casa dele (vila isabel) um dos caminhos é passar pelo maracanã. Lá fomos nós. Só nos demos conta do desastre quando já não havia alternativa de escapatória. Tinha jogo do vasco e o trânsito estava um caos. Parados, vimos vir um ônibus e alguém joga uma garrafa na janela. Correria, vi um rapaz pegar uma pedra, mas a outra pista estava liberada e o ônibus conseguiu passar e o rapaz não teve tempo de jogá-la. Vendo-o aproximar de um carro estacionado até pensei que fosse quebrar o vidro. Os dois policiais que estavam dentro do carro da polícia, estacionado próximo, pareciam nada fazer. Daí a pouco mais correria, chega vários policias com cacetetes e escudos. Confesso que se eles dessem umas bordoadas no babaca da pedra eu não ia reclamar. Ir para o estádio ficar jogando pedra no ônibus do adversário não é (ou não deveria ser) algo de torcedor.
Aí, cruza na frente do carro um cara correndo e logo atrás um policial que saca a arma e grita: para, seu filho da puta.
Pensei: vamos entrar para as estatísticas.
Pior, não me via abaixando caso a confusão piorasse, pois a curiosidade... matou não só o gato. Vieram mais policiais. Com a quantidade de carros parados já não deu pra ver mais nada. E não ouvi nenhum tiro. Ainda bem (uns tapinhas no cara da pedra é uma coisa. Tiro é outra).
Ontem, sai de casa e o trânsito estava infernal. Depois que me dei conta que ia ter um show gospel na praia. A facilidade que eles têm de organizar o trânsito é exemplar.
A cidade toda está com um cheiro insuportável. As pessoas estão mesmo muito mal educadas. Homens na maioria, mas tem mulheres também. Fazem xixi em qualquer cantinho ou muro. Culpa deles, com certeza. Mas da prefeitura também. Numa cidade onde a bebida mais comum é cerveja (com o seu já conhecido efeito colateral), consumida na rua, onde não existem banheiros públicos... sem contar a população de sem tetos.
O Pan funcionou? Sim. Mas os ganhos que as obras do Pan deveriam deixar para a cidade são bens questionáveis.
Então, quanto dos investimentos das olimpíadas serão mesmo feitos na cidade e quanto irá parar nos bolsos de alguns... deixa pra lá.
by Cláudio Luiz
Ele se assustou com o fotógrafo e recolheu as coisas. Não expliquei que era pra blog. Tirei mais foto e segui o meu caminho. Depois tenho que voltar lá para ver se ele acrescentou alguma.
Que diferença faz um ator em cena.
Eu disse ATOR.
Precisamos independência destes políticos que andam por aí.
Ontem fui ver um espetáculo de dança.
Suíte Funk – Companhia Urbana de Dança.
Genial. Uma mistura de hip hop, funk, samba, capoeira.
Vendo o espetáculo, os garotos são da periferia, só conseguia pensar que se os políticos roubassem um pouquinho menos o país seria muito melhor.
A opção de saída e riqueza continua sendo o futebol, mas já outras opções sendo levada a séria.
O espetáculo que vi.
Detalhe. Espetáculo a 10 reau. Estava cheio, mas devia estar lotado.
No you tube descobri este outro que é mesmo ótimo.
Toca o despertador.
"Vida é fazer
Todo o sonho brilhar
Ser feliz"
...
Virei de lado e pensei que era melhor continuar dormindo.
Papel machê - João Bosco / Capinam
Para dar uma geral do hall de elevadores.
gravura by ronaldo miranda
foto by cláudio luiz
BLOQUEATA
1º Bailão Pró Carnavalesco da Cidade do Rio de Janeiro
Dia: domingo, 30 de agosto de 2009 - 14h
Local: Praça XV – Centro, Rio de Janeiro
PELA LIBERDADE CRIATIVA NO CARNAVAL CARIOCA
A gente não quer promover bagunça, mas o excesso de normatização pode
acabar com a espontaneidade dos blocos de carnaval do Rio de Janeiro.
Queremos cair na folia com o povo no meio da rua, cantar hinos e
marchinhas a plenos pulmões...e VENHAM FANTASIADOS.
Helê, como a ::Fer:: não deu a mínima para a minha sugestão (será que eu pisei no pé dela? Porque ela não fala mais comigo... me ignora solenemente :(
Segue a minha modesta sugestão.
Acho que estou precisando acelerar. Ganhar mesmo que seja uns milésimos de segundos está valendo, pois assim poderá sobrar algum tempo para respirar.
Semana complicada. A obra do ap começou mau. E dias sem computador não dá.
. esquinas
. normal
. correspondência [quase] s...
. Decor VI
. selado