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encadeamento

por sapoprincipe, em 22.11.17

"Os restos de termas romanas constituíram uma vasta herança de material arquitetônico.(...) Seus vestíbulos abobadados tornaram-se protótipos para edifícios públicos na era das estradas de ferro."
Como uma das maneiras de memorização é fazer ligação entre o fatos, este aqui é fácil. É só lembrar do Welber - historiador... ferrovias... trenzinho... gare.
E a Termas, onde entra? Tendo lido as postagens do Welber, não é difícil perceber como ele é... deixa pra lá. eheheheh

171122_Pensylvania Railroad Station - Nova York.pn

Pensylvania Railroad Station - Nova York (foi demolida em 1965)
Projeto de McKim, Mead e White.

171122_Termas_Caracalla_1.jpg

171122_Termas_Caracalla_2.jpg

Termas de Caracalla
O que eles imaginam que era e as ruínas que sobraram.

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publicado às 12:29

sinapses

por sapoprincipe, em 20.11.17

O mar mais bonito:
é aquele que não foi descoberto ainda.
A criança mais bonita:
não cresceu ainda.
Nossos melhores dias:
são aqueles que não vivemos ainda.
A palavra mais bonita que quero lhe dizer:
é aquela que não disse ainda...

Nazim Hikmet

Jura Secreta - Suely Costa

 

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publicado às 18:47

clássico

por sapoprincipe, em 08.11.17

171108_kore.jpg

Kore

No curso Arte & Cor, o Paulo e a Fal apresentaram, na aula 2 (Grécia), as descobertas (mais ou menos) recentes das cores utilizadas nas esculturas da época.
Teríamos o mesmo senso estético se a "cultura grega" tivesse chegado colorida até nós? Manteríamos o conceito "Clássico"?
Continuo achando que o trabalho com cores exige empenho para se chegar a um equilíbrio.
Nossos olhos sempre procuram a placidez do cinza. É quando conseguimos colocar as cores numa combinação que chegará próximo ao cinza que os olhos se "alegram". Quando vemos o verde ao olharmos para uma parede branca, depois de saturarmos os olhos numa imagem vermelha, é porque os olhos estão buscando o equilíbrio (fenômeno conhecido como pós-imagem - cores complementares).
Cores menos saturadas, mais cinzentas e sóbrias são tidas como mais elegantes, sofisticadas (cultura clássica? Os mármores e calcários?). Eu diria apenas mais sóbrias, menos exuberantes.
Sou do grupo que acha que gosto se discute, afinal, conceitos estéticos nos são impostos.
Em meu TCC, destaquei o que Goethe escreve sobre isso no "Doutrina das Cores":
“Uma pintura pode se tornar facilmente berrante, se as cores são dispostas com toda a intensidade. [...] Se, ao contrário, cores fracas, apesar de destoantes, são colocadas lado a lado, o efeito não dá na vista. Sua própria incerteza é transmitida ao espectador, que por sua vez não tem como elogiar, nem reprovar.” (GOETHE, 1993, p. 150)
Então, a escolha pelo branco, bege, pérola, gelo... reflete um pouco de medo da exuberância e de não conseguir um equilíbrio perfeito. Repetindo Goethe - "Não reprovar", mas, também, "não elogiar". Que fique claro.
Conseguir tal equilíbrio é mesmo complicado. Mas, não tenham medo. Ousem.
Até o clássicos gregos ousavam. rs

171108_temple aphaia.jpg

Deusa - Templo de Afaia

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publicado às 11:00

colunata

por sapoprincipe, em 03.11.17

171103_classical_orders_Serlio.png

prancha arq. Serlio

Depois de levar um "olé" de um post no "feissy" (copyright Fal Azevedo) fui perguntar para a Ana Paula a respeito e ela me explicou que estava certo e me indicou "A linguagem clássica da arquitetura" - John Summerson.
Nem precisei comprar, pois tenho 3 exemplares. Um que comprei quando pensei em fazer mestrado, um herança do Daniel e um que veio no "pacote" da estante da mãe de uma amiga (Oi, Monix).
Optei por ler o exemplar que era do Daniel que tinha alguns pontos já marcados (facilita a doação dos outros dois). Provavelmente, ele estava preparando uma aula sobre a Grécia.
Na "Essência do clássico" o autor apresenta os modelos de colunas gregas. Sim, aquelas mesmo que vocês viram na escola - Toscana/Dórica/Jônica/Coríntia/Composta. Ele acrescenta à classificação: Sempre se considerou que as ordens tivessem como que uma personalidade. Vitrúvius (Arquiteto/Sec. I a.C.) talvez tenha sido o responsável por isso. Para ele, o Dórico exemplifica a "proporção, força e graça do corpo masculino". O Jônico se caracteriza pela "esbelteza feminina".
Antes de terminar a frase que dizia que o Coríntio - "a figura delgada de um menina" - pensei: Então, a composta só pode ser uma dragqueen. Confiram o capitel em comparação aos outros, please rs
Aí, só pude rir quando na página seguinte tinha a anotação do Daniel:
Obs: As três ordens=discutir o masculino, o feminino e o andrógino.
Hoje, talvez ele usasse queer, naquela época a palavra "da moda" era andrógino.
Ah, um dado, as aulas do Daniel era para o curso de indumentária.
O livro continua. "Houveram outras interpretações. As recomendações de Serlio (Arq. -1475/1554- Renascimento) eram:
a ordem Dórica deve ser usada em igrejas dedicadas aos santos mais extrovertidos (S. Paulo/S. Pedro/S. Jorge), a Jônica para santos mais tranquilos e a Coríntia para virgens (especial Virgem Maria). A Toscana para fortificações e prisões (que é ordem mais atarracada e pesada mesmo).
Debaixo da saia do Papa tem mais coisas do que a gente imagina e a história detalhada traz surpresas.

171103_Classical_orders.png

capiteis

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publicado às 14:12

novembro

por sapoprincipe, em 01.11.17

171101_novembro.png

Residência
Patrocinado por Helô Banana Etc e Vera Guimarães

morta... bem que podíamos ter a tradição mexicana mais festiva.

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publicado às 13:11

domingueiras

por sapoprincipe, em 29.10.17

171029_hipotese.jpg

tem horas que...

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publicado às 14:36

domingueiras

por sapoprincipe, em 22.10.17

171022_Nate Carty_01.jpg

171022_Nate Carty_02.jpg

modelo: Nate Carty + Photo by Bre’Ann White

Sagrado

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publicado às 12:16

peça decorativa

por sapoprincipe, em 20.10.17

Ainda não foram totalmente eclipsados pelos programas de culinária-gourmet, mas já não têm o destaque que tinham antes.
Gosto de ver programas de decoração/design de interiores pra ver ali algumas teorias confirmadas.
Aqui, o melhorzinho é o Decora. Onde a Bel Lobo foi a queridinha [me lembro de um programa com um quarto infantil com um beliche de estrutura metálica tão mal feito, que ainda me deixa assustado].
No momento a apresentação é do arquiteto/designer Maurício Arruda.
Pelo que andei vendo na minha TL, as amigas que gostam e comentam sobre decoração têm restrições sérias. Devo confessar que gosto, mas demorei um pouco a entender o motivo. O lado didático - ele disse em um programa que foi professor num curso de design de interiores - e mais a forma educada e gentil com que ele trata os participantes foram uns dos pontos que me fizeram aprová-lo.
O primeiro programa achei até que fosse pegadinha, pois começar justo com uma cozinha era querer um desafio grande. E por pouco não foi um desastre total. Tinha todo o nervosismo de estar frente às câmeras (perdeu bastante logo após os primeiros programas)e mais a dificuldade do projeto em si.
Mas, pelo andar da carruagem, deu pra perceber que ele gosta de projetos de cozinha. Tanto que o melhor programa da décima temporada (2016 - que é da que irei falar. A deste ano fica pra depois, se houver outro post a respeito), pra mim, foi o episódio 8 - Cozinha Moderna.

171020_decora_mauricio_01.jpg171020_decora_mauricio_02.jpg
Não precisam vir puxar a minha orelha. Não há aprovação 100% e se formos na linha - se fosse eu fazendo o projeto... mesmo naqueles casos de muitos - vivas! - a gente sempre irá querer mudar um detalhe ou uma cor, não? Pois.
Tem o aproveitamento do vão da porta da cozinha (em apartamentos pequenos, pra quê porta de serviço?), colocar painel de gesso cartonado pra disfarçar colunas/reentrâncias [que apesar de "perder" um espaço o faz parecer maior], usar cerâmica só sobre a bancada e emassar as paredes com azulejos com massa acrílica e pintar (se forem usar, uma dica: lembrem-se que são necessárias várias camadas de massa para sumir com os azulejos).
Gosto das montagens dos painéis visuais/moodboard  - que é mesmo uma forma de ter orientação e dar um sentido pro projeto, definindo um conceito.
Neste ponto destaco o episódio 17. Ele foi excepcional? Não. Apenas demonstrou ser um bom profissional e ter conhecimentos. Manteve o mesmo layout, aproveitou parte do mobiliário, mas deu unidade ao projeto.

171020_decora_mauricio_03.jpg171020_decora_mauricio_04.jpg

foto gnt/decora
O mesmo revestimento (ai, tijolinho. Pra quem andou vendo reforma de casais...) da parede da tv continuou na parede (recuada) do hall de entrada. A pintura "quadro negro" existente na parede da cozinha foi prolongada pra outra face da parede. Trocou o tapete cinza - sobre o piso cinza (cimento queimado), sob o sofá cinza - por um preto e branco, que deu destaque para o ambiente. Além de ser listrado, para criar a ilusão de um espaço mais largo. Encaixou a mesa de jantar em medidas de acordo com o espaço. A solução com o topo encostado na parede e de um dos lados com banco é o mais confortável? Não. Mas com um espaço tão exíguo e a exigência de uma mesa grande, é uma solução possível para atender aos muitos lugares pedido.
No E12 fugiu do convencional teto branco e o pintou de amarelo. Ainda bem que já usei deste expediente antes dele, senão minha cliente (Oi, Wanda) iria dizer que eu estava copiando o decora. rs (ah, quando faço isso falo abertamente pro cliente. Mostro de onde surgiu a idéia).
Em relação a iluminação - funções diferentes, iluminações diferentes - eu até completaria, é uma ótima maneira de criar várias "cenas". Ter vários pontos de iluminação - plafond / focos / pendente / abajur - permite mudar o clima da sala/quarto e o tornar mais aconchegante ou mais prático quando necessário de forma simples.
Customizar ou dar uma melhoradinha naquele móvel comprado pronto, uma das maneiras mais simples é trocando o puxador.
No E9 que ele deu destaque a cor, acho que ele poderia ter ousado mais. Tendo colocado duas paredes revestidas de madeira, justamente para dar uma contida e sofisticada no uso das cores, ele optou por um tom muito sóbrio de verde em contraponto ao rosa - que ele também não queria ver associado a quarto infantil. Considerando o perfil da família, e o painel de madeira, poderia ter optado por tons mais alegres. Então, mesmo nos "não acertos' dá para aprender.
Sabendo dos perrengues que é fazer obra, sempre dou um desconto pra ele - prazo e valor. Valor, acho que ele tem sempre mais folga do que eu. Prazo, ele ganha, mas se reparem bem em certos closes... se eu entregar uma obra com aquele acabamento, com aquelas falhas na pintura, fico sem as orelhas, com certeza. eheheheh Não é fácil.
Valeu Decora!

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publicado às 13:10

desafinado

por sapoprincipe, em 19.10.17

Conversando com uma querida amiga fui citar o verso de uma música e "cantei":
dinheiro sempre há de pintar por aí...
Agora, resta esclarecer que "Como?" é um...
MISTÉRIO.
eheheheheheh

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publicado às 09:55

domingueiras

por sapoprincipe, em 15.10.17

171015_mestre.jpg

ao mestre com carinho

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publicado às 15:00


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