Segunda-feira, 18 de Maio de 2015

taurino

provavelmente já teria sido apagado, não tivesse este blog nascido sob o signo de touro: teimoso e cabeça dura.

10 anos.

 

150518_10anos.jpg

 

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Terça-feira, 12 de Maio de 2015

senta lá, claudia!

Ainda do livro.

" Os egípcios faraônicos haviam usado cadeiras, e os gregos antigos refinaram-nas até atingir uma perfeição elegante e confortável no séc. V a.C. Os romanos as levaram para a Europa, mas após a queda do Império - durante a assim chamada Era Negra - sua cadeira foi esquecida. É difícil identificar seu reaparecimento, mas até o sec. XV, as cadeiras haviam voltado a ser usadas. Mas que cadeira diferente! O Klismos gregos tinha um encosto côncavo formado para o corpo humano e pernas chanfradas que permitiam que as pessoas se inclinassem para trás. A postura confortável de um grego despreocupadamente recostado, com o braço sobre as costas baixas da cadeira e as pernas cruzadas, é considerada moderna. Uma posição dessas não seria possível na cadeira medieval, que tinha um assento duro e reto e um encosto alto e vertical cuja função era mais decorativa do que ergonômica. Durante a Idade Média as cadeiras - até as cadeiras de braço parecidas com caixas - não eram projetadas para serem confortáveis, eram símbolos de autoridade. Tinha-se que ser importante para sentar numa cadeira - as pessoas que não eram importante sentavam-se em bancos.

Uma pessoa merecia uma cadeira se sentasse reta sobre ela: ninguém jamais se recostava."

Neste ponto percebemos que a regra até há pouco tempo continuava rígida e válida. Qualquer jovem senhora que fez Socila (curso para jovens meninas que queriam saber se comportar em sociedade. E para qualquer aspirante a miss era curso obrigatório - além da leitura de "O pequeno príncipe", obviamente) sabe disto muito bem. Minhas amigas feministas pensam em levantar os cartazes. Os homens se refastelam nas cadeiras, a mulher, impecavelmente, tem que manter a costas erectas, longe do encosto e as pernas cruzadas sob o assento. Tentem fazer isto mesmo que seja só por 15 minutos.

A imagem que se formou pra mim foram as cadeiras do arquiteto e designer escocês - Charles Rennie Mackintosh (1868-1928). Apesar de serem peças do final do século XIX e início do XX, fizeram imenso sucesso nos anos 80 com a pós-modernidade, o estilo memphis e os yuppies querendo gastar seus milionários salários.

cad_mackintosh_01.jpg         cad_mackintosh_02.jpg 

O passar a sentar-se em cadeiras leva a civilização , mais cedo ou mais tarde, levar em consideração a questão do conforto. "Mesas e cadeiras, ao contrário, por exemplo, das geladeiras e das máquinas de lavar, são um refinamento, e não um utilitário".

A questão de projetar móveis não está ligado apenas a técnica (como construir), mas também ao cultural - como será o seu uso?

"A cadeira correspondia à maneira como as pessoas queriam sentar. Na Idade Média a função primordial da cadeira era cerimonial. O homem que sentava nela era importante - daí o termo 'chairman' (homem da cadeira, homem importante), em inglês - e sua postura alta e digna refletia a sua envergadura social".

Aí o rapazinho lá do fundo da sala levanta a mão e diz: mas nos já evoluímos muito. Sim, podemos responder quase todos. Mas como é mesmo a cadeira do seu chefe de departamento? A do dono da empresa? A do juiz? (não esquecer que alguns se acham deus) Tá, a da bisavó da Charlotte vocês irão dizer que tem motivo pra ser diferente. Ou pra parecer mais moderninho - GOT.

Com a cadeira servindo outros propósitos - sentar para comer, escrever etc - a postura foi mudando, embora lentamente.

Nas cortes de Luís XIV e XV iremos ter alterações ainda maiores. Devido aos interesses hedonistas, da corte de Luís XV, que começaram a surgir móveis confortáveis. Não podemos desconsiderar , neste caso, a influência da grande burguesa Jeanne-Antoniette Poisson, mais conhecida como Mme. de Pompadour, amante do rei, teve sobre ele nesses assuntos (dados acrescentados especialmente para a minha amiga Luciana - leitora eventual do blog - que irá reconhecer nela uma Biscate).

 

NB - ainda tem a regrinha, segundo consta, que para ser considerado efetivamente um designer tem que projetar uma cadeira.

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2015

decorfuturos

150507_decorfuturo.jpg

 

não precisa explicação.

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Terça-feira, 5 de Maio de 2015

sob patrocínio de Drops Corporation ...

Continuando a leitura de Casa - Witold Rybczynski (texto original de 1986 e publicação brasileira de 1996).

Sua referência de residência é a dos burgueses.

"O que remete o burguês ao cerne de qualquer discussão sobre conforto doméstico é que, diferente do aristocrata, que vivia em um castelo fortificado, ou do clérigo, que vivia em um mosteiro, ou do servo, que vivia em um casebre, o burguês vivia em casa".

Comparando com o habitar hoje podemos perceber que houve várias alterações numa visão global e na definição do habitar.

Algumas mudanças são óbvias - os progressos do aquecimento [conforto ambiental, diriam os mais contemporâneos] e da luz que se devem às novas tecnologias. Nossos móveis para sentar ficaram muito mais sofisticados e mais bem adaptados ao relaxamento e outras mudanças são mais sutis - o modo de usar os cômodos, ou quanta privacidade eles conferem.

A casa da idade média era um local público - as pessoas moravam e trabalhavam no mesmo local.

"Era pouco provável que alguém do sec. XVI tivesse seu próprio quarto. Foi mais de 100 anos mais tarde que surgiram os cômodos onde os indivíduos pudessem ficar a sós - eram chamados de 'privacidade'."

"Os interiores das casas medievais restauradas sempre parecem vazias. Os grandes cômodos só têm poucos móveis, uma tapeçaria na parede e um banco ao lado da lareira. Este minimalismo não é uma artificialidade moderna; as casas medievais eram pouco mobiliadas." Os móveis daquela época não eram complicados e a maioria desmontáveis ["As palavras francesa e italiana para mobília - mobiliers e mobília - significam, como a palavra portuguesa, 'o que pode ser movido'."]

Depois desta descrição fiquei pensando que uma das mudanças em relação aos nossos dias seria a compartimentação dos espaços (sala/cozinha/quartos...), mas, ao mesmo tempo, não é raro hoje em dia ouvir alguém dizer - eu gostaria muito de ter um loft.

Outra grande diferença seria o conforto.

" A palavra 'confortável' não se referia originalmente ao prazer e à satisfação. Sua raiz latina é confortare - fortalecer ou consolar - e este significado se manteve durante séculos.

Sucessivas gerações expandiram o sentido de conveniência  e finalmente 'confortável' adquiriu o sentido de bem-estar físico e de prazer, mas isto só ocorreu no século XVIII.

Sir Walter Scott foi um dos primeiros romancistas que usou este novo sentido quando escreveu: 'deixem o mundo congelar lá for, aqui dentro está confortável'."

 

NB - Drops Corporation não é responsável pelo texto, pelo português ruim
 ou pelas vírgulas fora do lugar.

Só é responsável por colocar a cultura ao meu alcance.
A Drops Corporation todo o meu reconhecimento e agradecimentos.

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Terça-feira, 28 de Abril de 2015

decorfuturos

xl-bird-chandelier-by-sebastian-errazuriz.jpg

 

xl bird chandelier by Sebastian Errazuriz

 

Acho um tanto quanto politicamente incorreto, mas em lojinhas de chineses tem uns pássaros, que escolhido a dedo (a maioia é mal feito mesmo), dão para aproveitar. Ou uns artesanais feitos de madeira, também ficariam bem engraçados. Seja para dar um UP no lustre de cristal da vovô ou para um dia de festa, tá valendo aproveitar idéia. Se for uma menina que se formou em biologia e estuda pássaros, então, mais ainda.

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Quinta-feira, 23 de Abril de 2015

salve

matizes dumont_jorge.jpg

 Matizes Dumont

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Quarta-feira, 22 de Abril de 2015

sob patrocínio de Drops Corporation ...

"Durante os seis anos em que estudei arquitetura, só se mencionou o conforto uma vez." Esta é a frase inicial do prefácio de CASA, de Witold Rybczynski (texto original de 1986 e publicação brasileira de 1996).

Este é o problema das faculdades, algumas questões ficam mesmo de fora. E aprender a profissão só mesmo na prática, no exercício diário.

Depois, no primeiro capítulo, ele quer discutir o trato da casa. O conforto ali existente e fala na entrada de Ralph Lauren no mercado de interiores.

Ralph lança a "Coleção" composta de várias linhas:

- Choupana de Toras (o efeito geral é de uma rusticidade endinheirada, a decoração é equivalente ao jeans do estilista)

- Jamaica (claramente projetada para os estados do "Cinturão do Sol")

- Raça Pura (uma Inglaterra de sonho filtrada pela América)

- Nova Inglaterra (o menos teatral dos quatro; a sobriedade ianque não se presta à dramatização).

Além de "Marinheiro" e "Safári".

"Neste sentido são cenários para os quais o figurino já havia sido elaborado."

"A relação entre roupas e decoração de interiores é venerável.  Um interior do início do período georgiano (séc. XVIII) as curvas suaves dos móveis entalhados constituíam uma contrapartida para os trajes ricos da época e complementavam os vestidos volumosos das mulheres e os peitos de renda e as perucas elaboradas dos homens. Os interiores levemente pomposos do século XIX também refletiam modos de vestir; cadeiras com saias e cortinas drapeadas imitavam os detalhes de como os tecidos eram usados em saias e vestidos, e o papel de parede imitava os padrões usados nos tecidos. A riqueza dos móveis Art Déco espelhavam os trajes luxuosos dos seus donos.

Como Ralph Lauren pretendeu vestir a casa moderna?

A "Coleção" deve ser um ambiente total para morar. É possível usar um vestido Lauren, calçar chinelos lauren, secar numa toalha lauren, pisar um tapete... Agora é possível ser parte da propaganda.

Nenhum destes quadros vivos pretende ser um interior real, mas simplesmente um fundo projetado para realçar os tecidos, a louça e a roupa de cama; é pouco provável que alguém um dia decore sua casa para que pareça com os folhetos de propaganda Lauren."

É justamente neste ponto que ele falha na análise e na previsão. O mundo virou um holograma. (pensando bem, algumas vezes já quis morar numa novela da globo, onde até o café da manhã de pobre é uma mesa farta)

É difícil ouvir do cliente o que ele gosta, o que ele quer. Para chegar a este ponto é preciso contornar vários temas e ter um ouvido atento e os olhos bem abertos. O mais comum é virem com soluções prontas de revistas sem pensar no que gostam e no que é possível fazer no espaço que têm.

"Como é possível encaixarmos a realidade neste mundo imaginário?"

Dentro do mundo ideal, do que gosta é possível achar "peças" que irão compor adequadamente os espaços que têm, transformando brilhantemente num espaço que possam se reconhecer e gostar.

Embora, boa parte se não querer morar na casa da propaganda, quer uma casa só para exibir pros amigos ou aparecer na revista.

 

 

NB - Drops Corporation não é responsável pelo texto, pelo português ruim

ou pelas vírgulas fora do lugar.

Só é responsável por colocar a cultura ao meu alcance.

A Drops Corporation todo o meu reconhecimento e agradecimentos.

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Terça-feira, 14 de Abril de 2015

isto é...

A long time ago... passava na tv  um reclame que dizia:

se de repente um homem lhe oferecer flores, isto é impulse (com "e" mesmo, pq era a marca do produto).

Agora, século XXI, vc vai ao shopping, passa por uma loja de produtos para casa, lembra da amiga que começa os planos de montagem da casa para a qual ela irá se mudar em julho, e vc num impulso (com "o" pq não é nome do produto) compra uma almofada para lhe oferecer, isto é... amizade.

150414_decorfuturoquarto.jpg

 

NB - que os amigos não venham me cobrar. Raramente dou presente. Só compro alguma coisa quando acho que tem mesmo a "cara" da pessoa. 

Neste caso, será que ela gosta de borboletas? eheheheheheheheh (nem Malévola tem uma risada melhor)

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Quarta-feira, 8 de Abril de 2015

decorfuturos

muito raro o aproveitamento de vinil ou cd que achei digo de atenção, mas este poderia ficar bem numa cozinha ou copa.

150408_decor futuro - cozinha.jpg

 

 

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Terça-feira, 24 de Março de 2015

decorfuturos

como me perguntaram sobre o que fazer com uma tora de madeira... alternativas.

150324_decor futuro2.jpg

150324_decor futuro.jpg

 

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Terça-feira, 17 de Março de 2015

assinatura

mesadejantar

Tai uma ideia que gosto. Adoraria ter assinado este projeto.

Não sei nem quem é o designer da mesa nem o autor da foto se alguém souber,pf, me envie. Agradeço.

 

NB - com o patrocínio de Beth S. - o designer é Robert True Ogden.

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Terça-feira, 10 de Março de 2015

decorfuturos

150310_decorfuturo.jpg

Como a outra imagem não foi [muito] aprovada, vou barbarizar de vez antes de chegar nas florzinhas.

A proposta aqui continua sendo discutir composições, observar detalhes, perceber as sutilezas das cores... ampliar os gostos.

A base do aparador, que não é nem um pouco politicamente correta, é o motivo da escolha da imagem. Não é pra copiar, claro. Mas o conjunto eu gosto. Cores. Parede/Quadro, que permiti brincar bastante com a composição (ah, a tipografia!) e poesia (até tento ler a frase de várias formas).

Pode ser que, quando nada, o xadrezinho escocês das cúpulas do abajur agrade.

 

para Mônica

Veado

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Quarta-feira, 4 de Março de 2015

geladeira

150304_tamancos.jpg

by Cláudio Luiz

 

Votem em qual tamanquinho a Gueixa deve usar.

Mas, por favor, não escolham o azul, pois fui mexer nele e ele quebrou. Se ela descobre, me mata.

Foi por isso que nem refiz a foto :c(

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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015

decorfuturos

Há tempos (não muito tempo), postei para algun@s amig@s imagens no feissy de seus "bichos" preferidos.

Já nem me lembro quem, mas um@ deles perguntou como que ficaria usar aquela imagem numa decoração.

Vez por outra, vejo imagens que poderiam traduzir bem esta ideia. Decidi colocar aqui, então, imagens que chamarei de decorfuturos. Não que eu vá fazer ou que as sugestões sejam todas aproveitadas - de repente pode ser só uma cor, ou uma combinação que chamem a atenção. Mas são ideias. Seja do que fazer ou do que não fazer. Logicamente que isso dependenrá dos olhos de quem vê.

 

decorfuturo01_by Walls Republic

 

papel de parede by Wall Republic

Vamos combinar que daria mesmo uma sala de almoço ou de chá bem simpática. E ninguém passaria impune perante este rabo. eheheheh 

Especial para Vera.

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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2015

Arq-tipografia

150206_arqtipo_105

by Cláudio Luiz

Rua Sorocaba - Rio de Janeiro / RJ

Sublinhada / "Sobrelinhada"

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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2015

dia de festa no mar

para não ficar repetindo sempre Caymmi, uma imagem da "festa".

acho que sereias e tritões devem fazer parte do cortejo de Yemanjá. devem ser seus "santos" e "anjos".

Salve a Rainha do Mar!!!

150202_tritao

 

 

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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2015

padroeiro

São Sebastião do Rio de Janeiro

rio-de-janeiro.jpg

 Juan Carreno de Miranda [1614-1685] - óleo sobre tela ca -1650-60

photo by Gutyerrez -2011/2013

photo by Anthony Gayton

Frans Badens [1571-1618] óleo sobre tela

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Domingo, 18 de Janeiro de 2015

geladeira

abrindo a geladeira pra refrescar o verão.

150118_refri_verao

 

by Cláudio Luiz

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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015

Arq-tipografia

arqtipo_104

 

by Cláudio Luiz

 

rua Ângelo Agostini - Tijuca - Rio de Janeiro / RJ

 

Aumentou ainda mais as saudades de Lisboa.

Verde alfacinha

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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2015

rainhas

O simbólico não passa pela religião, já que não a tenho. O prazer é da beleza e da festa.

Considerando minhas amigas Biscates, decidi fazer um "presépio" com Rainhas Magas.

Oferecem - Liberdade - voo / Sabedoria - a altura permitindo a visão do todo / Cultura - conhecer vários lugares/pessoas.

(Esta é a minha leitura, nãoa a do artista - Obra de Henrique Martucello)

magas01magas02

 

 

by Cláudio Luiz

Obra do artista plástico Henrique Martuscello

 

 

 

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Domingo, 28 de Dezembro de 2014

*|*|* 2015 *|*|*

2015_novo

 

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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2014

Arq-tipografia

arqtipo_103

 

by Cláudio Luiz

rua Leopoldo Miguez - Copacabana - Rio de Janeiro / RJ

Por que já tem muito tempo que não posto uma arq-tipografia.

Elegância e discrição.

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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

geladeira

141116_imageladeira

 

by Cláudio Luiz

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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2014

Por favor, entre.

Como não temos o hábito de tirar os sapatos logo ao entrar em casa como os orientais, é de bom tom limpar os pés.
Sempre que possível, gosto de colocar capachos (tapetes) grandes junto à porta principal.
Embora não sejam a minha primeira escolha, aqueles tapetes bem humorados (trouxe cerveja?) poderão ser usados dependendo do perfil do morador e da descontração do projeto.
O que sempre acho estranho são os que têm escrito “bem-vindo” (ou algo do gênero), não pela gentileza, mas sim pela falta dela. Pois sempre acho desmerecer a educação do anfitrião limpar os pés sobre seus votos.
Com a impossibilidade de usar um grande e pelo princípio de não aceitar nenhum escrito, escolhi um estampado para minha moradia do momento. Como se eu tivesse salpicado flores diante da porta, para deixar claro que és bem-vindo.
Sê bem-vindo.

141106_capacho

 

by Cláudio Luiz

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