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força na peruca

por sapoprincipe, em 31.10.09

                                                                          by Cláudio Luiz

                                                                                                                    Arte - Jisa

 

"Como um conto de fada tem sempre uma bruxa pra apavorar.
O dragão comendo gente e a bela adormecida sem acordar.
Tudo que o mestre mandar e a cabra cega roda sem enxergar.
...
E você se escondeu, e você não quis ver..."


Jadins de Infânica

João Bosco & Aldir Blanc

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publicado às 12:00

pra que photoshop?

por sapoprincipe, em 27.10.09

Há tempos navegando na internet descobri o Sleeveface

Uma brincadeira que eu achei genial e a cara da Helê (por ela gostar imensamente de música e ainda ter alguns vinis).

Sugeri pra ela fazer algumas fotos, mas ela resistiu bravamente. Mas cedeu aos encantos e até rendeu um post em 3 de Junho de 2008 – ai, o tempo não para.

Agora, de novo, a internet me brindou com uma proposta semelhante. A imagens são do janosepowell.

Olhar para o passado.

Digam-me se a idéia não é genial.

(tem hora que o sapo me deixa de cabelo em pé. Enfim... se ficaram curiosos, só clicando nos links)

Looking Into the Past: Markest Steet, Leesburg, VA

Looking Into the Past: Union Station Square, Washington, DC

Looking Into the Past: 8133 Main Street, Ellicott City, MD

Looking Into the Past: Carvel Hall, Annapolis, MD

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publicado às 09:00

correspondência [quase] secreta

por sapoprincipe, em 23.10.09

Falo do livro A sociedade literária e a torta de casca de batata,

será que alguém irá considerar que é spoiler?

 

by Cláudio Luiz

 

 

Minha adorável Fal,

 

Não podia deixar de lhe escrever para agradecer os momentos agradáveis que passei na companhia de Juliet, Sidney, Dawsey, Eli, Isola e todos os outros. Até mesmo do insolente Mark.

O livro é adorável. Gostei imenso.

Elas conseguem nos mostrar o terror da guerra, mas nos segurando no colo para não ficarmos muito abalados.

Você sabe, eu adoro cartas. Lembro-me com saudades do tempo que fazia uso mais freqüente desse meio de comunicação.

Apesar de já ter terminado a leitura, ainda tenho dúvida se elas trouxeram o passado para o presente ou levaram o presente para os tempos da guerra.

Pois, convenhamos, Fal, A sociedade literária e a torta de casca de batata é uma comunidade do orkut, não? Até por conta do nome estranho, típico do orkut. E as cartas que chegavam numa rapidez enorme? Ainda mais considerando os tempos pós-guerra.  Podiam ser emails. Depois, aquela troca adorável de mensagem entre Juliet e Mark eram torpedos ou ela se encantou com o Twitter?

Lembro-me bem, quando ela o conheceu. Eu havia acabado de ler a sua crônica - Ercília - no ig (diga-se de passagem, crônicas sempre ótimas). E só conseguia pensar: Juliet não percebeu que a luzinha acendeu. Juliet ignorou que a luzinha acendeu. Juliet não ponderou... quanta aflição. Principalmente, por que eu já estava torcendo pelo Dawsey.

Mais a frente teve a carta “De alguém que gosta de animais para Juliet” (datada Noite de quarta-feira) e eu me perguntei: Porque Marina W não assinou o e-mail?

Considerando que Juliet é uma escritora encantadora, ela poderia ser você. Mas, Elizabeth é tão forte, tão agregadora, tão admirável... que já nem sei. Neste caso o Alexandre seria o alemão – “Ele era exatamente como você imagina que seja um alemão: alto, louro, de olhos azuis... só que ele podia sentir dor.” Isso não é a descrição exata de um príncipe encantado que é real? E Alexandre era um príncipe. Acho eu.

E as duas autoras? Ora, são as Duas Fridas, of claro. Sendo uma tia e uma sobrinha, complica. Visto Frida Monix e Frida Helê serem de idades próximas, então, não me peça para dizer qual é qual.

A única coisa que eu posso dizer, com certeza, é que o livro é ótimo. A leitura agradável. E você uma amiga adorável.

Obrigado pelo presente.

 

Do sempre seu,

 

Cláudio Luiz

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publicado às 09:20

Decor IV

por sapoprincipe, em 20.10.09

Acompanhada em diversas ocasiões por Eben, Eli, Dawsey ou Isola, percorri as dez freguesias da ilha nos últimos cinco dias; Guernsey é muito bonita em sua imensa variedade – campos, bosques, cercas vivas, vales, mansões, dólmenes, penhascos, lojas de feitiçaria, estábulos em estilo Tudor e chalés de pedra em estilo normando. Contaram-me fatos de sua história (bem fora-da-lei) em cada novo local ou prédio.

Os piratas de Guernsey tinham um gosto refinado – eles construíram lindas casas e prédios públicos imponentes. Estes estão em ruínas, necessitando urgentemente de reforma, mas sua beleza arquitetônica se mantém. Dawsey me levou a uma igrejinha, toda feita de cacos de porcelana e cerâmica, formando mosaicos. Um padre elaborou tudo sozinho – ele devia fazer visitas pastorais munido de um martelo.

Pág 183

 

Tantos livros, Sidney, que ainda não tive tempo de examinar todos eles – as estantes da sala estão lotadas e há livros até no armário da cozinha. Ela até pôs uma pilha de livros ao lado do sofá para servir como mesinha – não foi brilhante?

Pág 182

A sociedade literária e a torta de casca de batata

Mary Ann Shaffer e Annie Barrows

 

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publicado às 09:00

vergonha alheia

por sapoprincipe, em 17.10.09

A., olá! Tudo bem?

Vou meter a minha colher nesta história da idiota da maitê.
Não que eu ache que ela tenha justificativa. Achei um absurdo. E a desculpa que ela gravou é um nada. Pior a emenda que o soneto.
O que sugeriria, se isso me fosse permitido, é um boicote (vocês usam esta palavra aí?) geral aos livros dela, caso ela se atrevesse a aparecer com alguma peça, ninguém na platéia - claro! - e deixarem de ver o saia justa. Melhor seria um grande cancelamento da gnt. Assim, eles se dão conta que tem brincadeira que não se faz. E liberdade de imprensa é outra coisa.
Esta história assustou-me imenso.
Sempre fui bem tratado no período que morei aí. Tive problema sério apenas uma vez. Achei que o gajo era um estúpido. Ele, não os portugueses.
Como este vídeo da maitê (em minúsculas mesmo) é de 2007, achei estranho o seu reaparecimento. Fico com medo disto ser só uma articulação, para que preconceituosos de um modo em geral e alguns políticos de direita em particular, utilizem deste facto para denegrir os brasileiros (a maitê é brasileira, mas não é OS brasileiros) e elevar o desrespeito aos brasileiros que aí moram.

O povo brasileiro é festeiro, sim. Mas não somos todos iguais (quantas vezes não vi portugueses surpreendidos por eu ser brasileiro e tão calado? muitas). Tem brasileiro que é ladrão? claro. Nossa classe política, então. Mas não são todos. Há brasileiras que são putas? Sim. Mas o números das que não são é muito maior.
Vocês sabem que há portugueses do piorio. Que não engrandecem em nada a terrinha. Mas há todo um povo que torna esta terra uma maravilha. Há os belos monumentos - do Mosteiro dos Jerónimos à casinha de pedra da aldeia. A comida divina - dos pasteis de Belém ao bacalhau com broa. Sem contar o vinho (eu prefiro o tinto maduro do Alentejo). E há portugueses fantásticos como você e o C.
Lamento que haja brasileiras estúpidas como ela, mas espero que vocês saibam bem separar.

Abraços brasileiros, deste que vos adora,

Cláudio Luiz

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publicado às 11:11

azulejaria

por sapoprincipe, em 16.10.09

Depois de ter atropelado a ideia inicial, está aí o painel de azulejos que pensei em mostrar para a Viviane.

 

 

by Cláudio Luiz

 

 

Update – uma amiga, leitora deste blog, perguntou se é a minha casa. Esclareço. Não.

Esta é a casa de uma cliente. Eu havia feito a decoração da casa anterior deles e quando se mudaram pediram a minha ajuda. Clientes que voltam são um luxo.

Com os gastos com o apartamento novo que era bem maior, numa área melhor, não dava para fazer muitas coisas. Mas fui lá dando os meus palpites.

Ela tinha problema com este vidro que separa a cozinha da área de serviço (ou marquise ou lavandaria, como dizem lá na terrinha, visto esta obra ser na Maia – Portugal). A porta é em vidro fosco, já o painel era em vidro transparente que permitia a visão das roupas a secar e outras coisas. Então, sugeri o painel de azulejos. Fotografei azulejos da cidade, incluindo o Porto e arredores e os desenhei. Montei o painel, imprimi em vinil que foi colado ao vidro - não impedido de toda a entrada da luz, mas não permitindo mais a vista da área e compondo um clima bem agradável na cozinha.

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publicado às 09:09

selado

por sapoprincipe, em 14.10.09

Ontem, acabei por não fazer uma coisa que queria muito. Mas, hoje, já está.

Agora, só queria ser uma mosquinha para ver o desenrolar da cena.


E mais, como mamãe sempre dizia: quem procura, acha. Quem guarda, tem.

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publicado às 13:13

designer de vitrine

por sapoprincipe, em 13.10.09

Falando abaixo de ajuda para expor, lembrei-me de uma idéia antiga. Sempre penso que a prefeitura deveria abrir um gabinete multidisciplinar – eita palavrinha da moda – de apoio aos vendedores ambulantes (camelô é politicamente correto?).

Acho se conseguissem enfiar na cabeça deles algumas formas de expor a mercadoria o trânsito nas calçadas ficaria menos prejudicado e as esquinas menos feias.

Já que é mesmo impossível eliminá-los, porque não diminuir os transtornos. E acho que deveria ter apoio aqueles que vendem trabalho feito pela esposa, pelo vizinho, pela associação de moradores. Porque assim teria um trabalhador na rua e vários em casa e uma economia a circular.

 

NB - ainda tem o terrível vitrinA em português. Ou pra ser mais original - montra.

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publicado às 12:00

feira

por sapoprincipe, em 12.10.09

Na falta de programação melhor, acabei indo na feira Brasil Rural Contemporâneo. Ganhei convites, era ali mesmo na esquina, então... Lógico que a chuva só atrapalhou. Dos convites para os shows acabei indo só nos do Martinho da Vila e do Chico César.

Como ao que parece o lucro dos shows estavam no bar, a pontualidade era algo que não existia. O do Matinho da Vila que foi na quinta-feira estava marcado para as 22:30h. Chutei uma hora e meia de show - meia noite, razoável para quem – como eu – trabalhava na sexta. Enfim... 23:45 começava a folia. Assisti meia hora e bye bye.

A feira, estava intransitável. Toda a programação visual – até interessante – se perdeu nos stands. Sendo a maioria de artesãos, podiam ter uma ajuda de como melhor expor o trabalho. Até para ajudar nas vendas. Mas, a grande maioria dos visitantes só queria mesmo as provinhas, o que obrigava aos interessados em comprar ainda mais paciência. Dei uma geral e vazei... com uma garrafinha de cachaça na mão.

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publicado às 14:00

patos

por sapoprincipe, em 07.10.09

Migração sempre me lembra patos.

E acho que estou sendo um patinho.

Depois de muito procrastinar fui solicitar a migração do meu celular.

A operadora de 2 letras não seria a melhor escolha. A de 4 não funciona no meu aparelho (e eu não quis comprar um aparelho novo na dúvida). Sobrou a de 5.

Fui lá ontem e estou achando que terei problemas. O atendente queria me empurrar vários pacotes (eram torpedos, número escolhido etc etc etc) e eu NÃO... NÃO... NÃO... NÃO... ele já ficando irritando e eu mais ainda. Até que incluiu uns brindes – 3 meses de teste sem compromisso. Mais tardar no final do mês estarão cancelados ou estarei procurando outra operadora.

Enquanto a concorrência for medíocre (não no sentindo mediano que tão bem nos explicou a Cynthia – que por sinal, anda nos privando dos seus ótimos textos :o( , mas sim no popular mesmo – baixo nível), a escolha torna-se quase impossível.

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publicado às 16:00

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