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caixa de lápis de cor

por sapoprincipe, em 15.01.16

Já diminuiu a enchurrada, mas vou fingir que continua no timing.

Numa "premonição" ele escreveu isso para você ter justificativa para comprar o seu livrinho de colorir.

"Nesse clima de alta voltagem estética, damo-nos conta de que aprender a colorir é abrir as comportas do mundo interior para uma forma superior de comunicação."

O Universo da Cor - p. 121
Pedrosa, Israel

 

Querendo, pode comprar o livro do Paulo André (Moda - Uma história para Colorir) e aprender um pouquinho sobre moda também, além de ter " uma forma superior de comunicação ".

Desenho colorido pelo próprio autor.

paulo andre_moda_uma historia para colorir.jpg

 

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publicado às 09:10

colour

por sapoprincipe, em 06.01.16

Para vc que gosta de saber das tendências.

follow-the-colours-pantone-cor-do-ano-2016.jpg

 

Tendências 2016_cor do ano_Tintas Coral2.jpg

Para a Coral a aposta é no Ouro Monarca (não desejei um ano precioso rs). Cores nobres, inacreditávelemente pouco brilhantes e pouco saturadas (com bom pecentual de cinza em toda a cartela). Algumas luminosas.

Já a Pantone vai para passarela. E vc pode desfilar por aí em tons de azuis e rosas - Rose Quartz e Serenity.

Coloque o modelito e faça uma selfie em frente a parede da sala. Tem cobinações boas aí.

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publicado às 15:12

avatar

por sapoprincipe, em 19.08.15

Depois do contato inicial - estou ligando porque gostaria de fazer uma obra - vem a definição do que será feito. Seja um projeto de reforma da cozinha, seja um projeto para a casa toda. 

Definida a obra, vem a questão mais difícil – o resultado que se pretende.

A pergunta inicial - o que você quer? ou do que você gosta? - embora curtinha, implica uma formulação densa. Às vezes, é preciso tirar a informação a fórceps.

Não raro, não conseguem responder o que querem. A primeira resposta vem com uma solução do projeto - quero um sofá ali, uma poltrona ... a bancada aqui... e por aí vai. Não que isto não ajude a entender o que o cliente quer, mas essas peças naqueles lugares produzirão o efeito final pretendido?

Então, queiram uma casa aconchegante, acolhedora, luminosa, espaçosa, moderna, ousada, requintada, clássica, aberta, armazenadora... pense nos seus desejos. No que vc gosta.
A partir dessa lista vem um segundo ponto. O profissional tentará equacionar o desejo ao espaço existente. Quais desejos cabem ali? quais definirão uma unidade?
Se você está se aventurando a fazer seu próprio projeto, é hora de responder: "Dentre as coisas que vc quer e gosta, o que é adequado e cabe no espaço que vc tem?"
Esses são os dois pontos centrais. 

Depois virão questões de estilo, de cor, de aproveitamento de algum mobiliário (ou de todos, talvez). E, logicamente, a distribuição do mobiliário, a escolha dos materiais, a combinação das cores será definida no projeto.
Agora, é achar o conceito que irá nortear todo o projeto.
É para isso que vc está contratando um profissional.
Definido isso, o restante são pontos convergindo para produzir o efeito desejado.

Historinha - quando fui fazer vestibular (enem é uma evolução), na maldade que é ter que escolher,
aos 16/17 aninhos, uma carreira para vida toda, estava eu indeciso.
Arquitetura era a resposta desde criança para a famigerada pergunta
- O que vc quer ser quando crescer?
Quando fiquei indeciso, uma vez, uma tia me disse:
como vc é bom em matemática e gosta de desenho, vc pode ser engenheiro ou arquiteto.
Depois desse dia, a resposta ficou na ponta da língua.
E com uma bela intuição, sempre respondi arquiteto, nunca engenheiro.
Uma outra opção era psicologia. E eu ficava pensando que era incoerente.
Hoje tenho muito claro que no curso de arquitetura deveria ter umas cadeiras de psicologia,
principalmente para quem vai trabalhar com design de interiores
(que, antes, era chamado de decorador mesmo).

 

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publicado às 11:00

aprendizado

por sapoprincipe, em 08.07.15

i_ching.jpg

"Quando se insiste em espreitar a caça onde ela não existe, nunca se encontrará nada, por mais que sespere.

Numa busca, a insitência não é suficiente."

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publicado às 21:12

Arq-tipografia

por sapoprincipe, em 16.01.15

arqtipo_104

 

by Cláudio Luiz

 

rua Ângelo Agostini - Tijuca - Rio de Janeiro / RJ

 

Aumentou ainda mais as saudades de Lisboa.

Verde alfacinha

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publicado às 18:18

piroso

por sapoprincipe, em 27.08.14

O piroso aí foi só por que a Luciana, minha amiga linda e gostosa, que faz doutorado em Lisboa, usou outro dia e ficou em dúvida se a gíria portuguesa equivaleria ao nosso brega. Eu acho que sim.

Então, aproveitando que o brega existe, é engraçado e tem o seu lugar, taquei flores de plástico no banheiro.

 

 

Como não queria vizinhos bisbilhotando que shampoo uso e no box não tem um nicho maravilho e não gosto daquelas prateleirinha de vidro, pensei em outras soluções, inclusive em forma de pão siliconada que tem cores lindas, mas... optei pelo bom brega mesmo. Comprei uma jardineira com colunas gregas, que já facilitava por ter furos no fundo para escoar a água, mais flores (pena que na loja as únicas grandes eram brancas) e temos um lindo cestinho para guardar frascos, sem que sejam vistos do outro lado do basculante ;c)

 

 

Considerando que é a cozinha é americana, e não é difícil ver a “área de serviço”, decidi tirar a comum cordinha branca do varal e colar uma mais bonitinha, digamos.

E quem olhou só a foto pode até pensar que decidi fazer alpinismo.

eheheheheheheheheheh

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publicado às 17:17

A primeira roda gigante do mundo foi construída em Chicago para a Exposição Universal de 1889.

Foi projetada e construída por George Gale Ferris. Ela foi instalado no parque de diversões – Midway Plaisance – tinha 75 m de diâmetro, com 36 cabines, capaz de levar 1.500 pessoas por vez (há quem diga 2.160 – 60 pessoas / cabine). Impulsionada por dois Motors a vapor de 1000 HP.

 

Você sabia?

 

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publicado às 14:20

julho

por sapoprincipe, em 01.07.14

 

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publicado às 23:32

Deitado [nem sempre] em berço esplêndido

por sapoprincipe, em 04.04.14

Como o apartamento é pequeno e eu decidi juntar todas as minhas coisas que estavam espalhadas, qualquer espaço de armazenamento é importante.

Cama? Baú, é claro.

Tradicionalmente tínhamos camas mais baixas. Nem era raro... “nossa caminhadura / Cama de tatame / Pela vida afora”. Numa relação mais próxima com a europa e o oriente.

Agora, com a “invasão” americana de camas altas e grandes, é um terror.  60 cm de altura (no mínimo) e king, claro. Pra os apartamentos pequenos fica aquele mar de cama no quarto, tornando-o visualmente menor e mais entulhado.

Sempre que vejo casas americanas os espaços são mais generosos que os nossos. Tá, aquele seu amigo que mora em Nova York o apartamento dele é minúsculo. Mas desde a época que a sessão da tarde exibia filme em p&b, que apartamentinhos lá tinham camas embutidas nos armários. Ótimo. Acordou, levanta a cama e vc deixa de ter um quarto de dormir pequeno e passa a ter um closet generoso.

Não será meu caso. Até porque ferragens no Brasil ainda é uma coisa difícil de achar.

Então, escolher com cuidado um colchão de casal padrão, bom e que não seja alto [nem caro].

 

NB – a próxima agonia será escolher o sofá. Afinal, todos no Rio moram em apartamentos com salas enormes que podem acolher facilmente sofás com um metro de profundidade (padrão comum nas lojas).

Tudo bem, o mercado para ricos é mais interessante, mas pobre também compra e tem bom gosto, porra.

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publicado às 15:15

Decor XIV

por sapoprincipe, em 19.03.14

O andar térreo contava com um vestíbulo de piso de cerâmica, uma sala espaçosa com lareira, uma cozinha cuja porta dos fundos dava para a horta de tomates e abóboras, uma despensa com estantes caiadas e um dormitório no qual se sentia o perfume das especiarias, legumes e hortaliças. No vestíbulo de piso de cerâmica se encontrava a escada, roída pelo caruncho e a tristeza das teias de aranha, que levava ao primeiro andar e ao sótão.

...

O primeiro andar contava com quatro dormitórios e um banheiro, distribuídos em um corredor com sacadas que davam para o jardim e por onde a luz invadia a casa por entre os ramos das madressilvas. Em um canto do dormitório maior, esquecido sobre uma estrutura de ferro, um jarro de louça com arabescos azuis. Os outros cômodos estavam vazios e se podia escutar o eco da respiração.

Em uma extremidade do corredor, a escada se estreitava na subida ao sótão. Os degraus se mostravam frágeis e rangiam conforme Clara avançava. No fim da escada, a luz inundava o lugar entrando por uma pequena janela em forma de lua cheia por onde se podia ver a solidão do mundo. Havia várias com cobertas por lençóis que cheiravam à lavanda apodrecida, uma cômoda de estilo francês em ruínas e, apoiada nela, uma espingarda de caça cuspindo pólvora.

[pág. 35]

 

A primeira coisa que adquiriu foi quatro candelabros de velas grossas para cada um dos cantos da sala. ...

 

Na cidade, completou o mobiliário da sala com sofás de cetim escarlate, quadros de odaliscas envolvidas em tule lilás, um tapete que mostrava uma caça à raposa e cortinas verdes de seda adamascada. A loja onde comprou esses objetos vendia móveis, artigos de decoração e adereços utilizados em representações de ópera, que já não interessavam aos teatros por estarem velhos ou fora de moda.

[pág. 36]

...

 

Quando já gastara todo o orçamento, Clara se enamorou pela cama onde Otelo matara Desdêmona. Tinha travessas de ferro negro cobertas por um dossel púrpura e era de tamanho colossal, não exatamente o ideal para ser montada e desmontada nos teatros. Por isso só fora usada em algumas representações. Tanto insistiu em levá-la custasse o que fosse, que o barítono a trocou por seus favores camponeses. Sobre um baú do armazém, aturdida por uma ária de Rigoletto, Clara Laguna conheceu seu segundo cliente.

[pág. 37]

 

A casa dos amores impossíveis

Cristina López Barrio

 

Tradução – Fal Azevedo

 

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publicado às 21:10


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