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assistindo

por sapoprincipe, em 07.03.17

Vi numa postagem de minha professora de arte da Pós e me interessei. Depois a Fal, numa msg, disse que havia visto e tinha achado a minha cara (:))))) minha cara pelo elogio). Corri pra assistir – Abstract [Netflix].

170307_Abstract.png

São 8 episódios, que ao final você fica ... só isso?

O primeiro episódio é "Christoph Niemann - Ilustrador".
Já até havia visto vários trabalhos dele, só não estava ligando o trabalho à pessoa. Como aconteceu com quase todos (eu e meu problema com os nomes).
Além do trabalho lindo, não é possível não se identificar, mesmo que algumas falas caiam no lugar comum ou algo bem conhecido.
Por exemplo, quando ele cita Chuck Close:
- Inspirações é para amadores. Nós, profissionais, vamos trabalhar.
- 99% de transpiração e ...
Lembrei-me de um livro do Dualibi (agência dpz) – que não conseguirei conferir pois o livro já não está na estante por conta da última mudança – em que ele dizia, mais ou menos, que o bom profissional não era aquele que tinha uma ideia genial e sim aquele que tem ideias o tempo todo. E o "trabalhar" produz isso, inclusive novas ideias e algumas vezes ideias geniais.

Tinker Hatfield, que entre outras coisas é designer de calçados [no caso tênis], no segundo episódio questiona a relação arte-design.
"Existe arte envolvida no design. Mas não acho que seja arte. Na minha percepção, arte é a maior autoexpressão de um indivíduo criativo. Para mim, como designer, o maior objetivo não é a autoexpressão. Meu objetivo é solucionar um problema para outra pessoa e espero que fique ótimo para ela, e bonito."
Não posso concordar mais. Por mais que tenha arte no design de interiores e a minha mão nos meus projetos, quero sempre que a casa tenha a cara do cliente. Que ele possa sentir que a casa é dele, como se ele tivesse feito tudo aquilo.

A cenógrafa Es Devlin, no 3º episódio, ganhou "uau" de alguns amigos que assistiram, inclusive a Fal, mas... terei que assistir de novo. rs

Bjarke Ingels é um arquiteto novinho com muitos prêmios. Merecidos (apesar de não conhecer detalhes dos projetos). Inclusive por algumas ousadias. O endereço do site é "big" - o que desmostra certa humildade. rs
"Em arquitetura há um problema sem solução. Ninguém confiará em você até que o prédio esteja construído." E não só para os grandes e premiados. Tem hora que gostaria de ter dinheiro (muito, claro) para bancar a "confiança". Executar a obra, porque assim não se teria dúvidas do que está desenhado no projeto e o cliente pagar se gostar da obra (mas, com muito dinheiro, eu continuaria a ter clientes? rs).

O designer de automóveis - Ralph Gilles - me fez lembrar de um colega de escola, que também era fascinado por automóveis e vivia desenhando carros. Será que Jaime fez design? Como já não me lembro do sobrenome, nem posso me aventurar no google.

Paula Scher vem nos mostrar que a "grobo" é o próprio país do Chacrinha, onde tudo se...
O trabalho que ela desenvolveu para o teatro "Público" é maravilhoso. Qualquer semelhança com a marca do canal Futura é mera... Tentei achar o autor da marca e a data, mas titio google não me ajudou. Embora esteja aí a banda "Kiss" para demonstrar que às vezes é o caminho inverso.

Platon - fotógrafo - e seu olhar para os olhos. Ele vai conversando até relaxar o fotografado e conseguir um click que revele a alma.

Oitavo episódio e chegamos ao design de interiores - Ilse Crawford.
"O importante é o bem-estar. As pessoas entram em um espaço e não sabem por que se sentem daquele jeito, mas na verdade foi tudo planejado."
É bom ouvir um grande confirmando a sua teoria. Canso de dizer isso. Algumas vezes as pessoas miram num detalhe - cor das paredes, o conforto do sofá, o quadro... - achando que é isso que resulta, quando é só o conjunto que produz o efeito "mágico". Por isso, não é suficiente copiar detalhes de um espaço para outro.
"Algumas pessoas acham que design de interiores é sobre aparência.
'Deve ser divertido ficar comprando móveis', uma pessoa me disse uma vez. Mas não penso assim. Passamos 87% de nossa vida dentro de edifícios. O design deles tem um impacto em como nos sentimos e comportamos. Design não é apenas o aspecto visual, é um processo mental, uma habilidade. Acima de tudo é uma ferramenta para acentuar nossa humanidade.
É uma moldura para vida."

Só isso?
Como assim acabou? Eu assistiria mais vários episódios. Queria mais várias temporadas.
Aguardo.
Obrigado, Fal.

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publicado às 13:10

arq-tipografia

por sapoprincipe, em 26.08.15

arqtipo_109.jpg

by Cláudio Luiz

 

rua Pereira da Silva, Laranjeiras - Rio de Janeiro / RJ

 

a fonte já tem contornos irregulares e ainda foi escolhido um verde muito escuro para um fundo preto. Não fosse o photosop, só seria possível ler o classic.

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publicado às 17:21

arq-tipografia

por sapoprincipe, em 04.08.15

arqtipo_108.jpg

 

Rua Conde de Bonfim - Tijuca - Rio de Janeiro 

 

by Stella Cavalcanti.

sócia da casa

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publicado às 19:36

arq-tipografia

por sapoprincipe, em 24.06.15

150624_arqtipo_107.jpg

 

by Cláudio Luiz

 

Bambina - Botafogo - Rio de Janeiro / RJ

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publicado às 13:31

assinatura

por sapoprincipe, em 17.03.15

mesadejantar

Tai uma ideia que gosto. Adoraria ter assinado este projeto.

Não sei nem quem é o designer da mesa nem o autor da foto se alguém souber,pf, me envie. Agradeço.

 

NB - com o patrocínio de Beth S. - o designer é Robert True Ogden.

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publicado às 13:31

Arq-tipografia

por sapoprincipe, em 28.11.14

arqtipo_103

 

by Cláudio Luiz

rua Leopoldo Miguez - Copacabana - Rio de Janeiro / RJ

Por que já tem muito tempo que não posto uma arq-tipografia.

Elegância e discrição.

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publicado às 11:29

Por favor, entre.

por sapoprincipe, em 06.11.14

Como não temos o hábito de tirar os sapatos logo ao entrar em casa como os orientais, é de bom tom limpar os pés.
Sempre que possível, gosto de colocar capachos (tapetes) grandes junto à porta principal.
Embora não sejam a minha primeira escolha, aqueles tapetes bem humorados (trouxe cerveja?) poderão ser usados dependendo do perfil do morador e da descontração do projeto.
O que sempre acho estranho são os que têm escrito “bem-vindo” (ou algo do gênero), não pela gentileza, mas sim pela falta dela. Pois sempre acho desmerecer a educação do anfitrião limpar os pés sobre seus votos.
Com a impossibilidade de usar um grande e pelo princípio de não aceitar nenhum escrito, escolhi um estampado para minha moradia do momento. Como se eu tivesse salpicado flores diante da porta, para deixar claro que és bem-vindo.
Sê bem-vindo.

141106_capacho

 

by Cláudio Luiz

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publicado às 11:11

Arq-tipografia

por sapoprincipe, em 07.10.14

 

arqtipo102

 

by Cláudio Luiz

 

Rua das Laranjeiras - Laranjeiras / Rio de Janeiro - RJ

 

Textura. Lembrei-me das antigas tela de galinheiro.

Além das grades para atrapalharem as fotos ainda tem os lustres pendentes que são um clássico.

A porta também era interessante.

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publicado às 21:21

acordes em si e mi

por sapoprincipe, em 20.09.14

Os arquitetos que se dedicam a projetos de interiores sempre foram vistos de ladinho, de um modo geral, pelos colegas que adoram se intitular arquitetos / urbanistas.

Com a criação do conselho, e a hipótese de perder um nicho do mercado, interiores está na lista de atividades do profissional de arquitetura. O pessoal do design – que ainda nem sequer tem sua profissão reconhecida – grita com razão.

A discussão do que é mais importante – arquitetura, urbanismo, interiores – é grande, com cada profissional relacionado com uma área tentando se valorizar.

Sempre me pergunto, por acreditar que o ponto principal é habitar - do que adianta uma cidade bem planejada, com boa mobilidade, onde as construções são horrendas? Do que adianta uma casa com excelente projeto arquitetônico, completamente vazia, não permitindo seu uso como moradia?

Então, urbanismo, arquitetura, interiores estão intrinsecamente ligados, pra mim. Como o todo humano.

“O planejamento urbano não diz respeito apenas a coisas práticas, ele também reflete as ambições e desejos humanos. Foi isso que levou Luís XIV a transformar Paris de uma cidade medieval em uma cidade moderna. A mesma intenção, embora em menor escala, leva-nos a redecorar a cozinha ou a mudar os móveis de lugar na sala de visitas ou a pintar a sala de estar da família.” (Rybczynski, Witold)

Tudo está tão ligado, que o livro sobre urbanismo em vez de me fazer lembrar de meus amigos arquitetos, remete-me para a brilhante Camila Pavanelli, que entre uma linha e outra de sua tese, gosta de ouvir jazz.

“... Se o planejamento de Paris pode ser comparado ao afinamento da música sinfônica, as cidades da Nova Inglaterra podem ser comparadas ao jazz. Claro que um jazz bem-comportado – digamos que do pianista Bill Evans e não de Fats Waller. Mas, como o jazz, ele envolve improviso e, como no jazz, isso não significa que o resultado seja acidental e que não existam regras.” (Ibidem)

Nem imagino se ela gosta dos músicos citados, foi apenas pela relação com o estilo musical mesmo.

Vou ali pensar que estilo musical combina com a minha casa ou o meu projeto do momento ;c)

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publicado às 19:19

composé

por sapoprincipe, em 12.09.14

 

 

by Cláudio Luiz

 

para quarto de uma adolescente - casa de praia

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publicado às 11:11


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