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neon

por sapoprincipe, em 19.09.17

170919_neon.jpg

do jeito que andam as coisas, deveria ter em cada esquina (de preferência em frente aos consultórios de certos psicólogos, juizes e igrejas) em neon. Só não fiz com as luzinhas piscando pq não sei fazer gif.

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publicado às 17:01

além do ponto

por sapoprincipe, em 25.07.17

170725_caio.png

era só pra ser um post, com fundo, do feissy, mas o mininu mark não ia deixar eu fazer como queria, então...

rs

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publicado às 16:19

sinapses

por sapoprincipe, em 10.08.16

"Assim a narrativa dos fatos precisa acertar as contas com filtros, remissões, verdades parciais, meias mentiras; do que resulta uma extenuante mensuração do tempo passado toda baseada no metro incerto das palavras."

pág. 337
História do novo sobrenome
Elena Ferrante

"Colocou no papel é ficção."

Jornal Cruzeiro d Sul
Fal Azevedo
texto completo aqui - Porque você me pediu um motivo

 

"Uma vez fechou bruscamente o livro e disse irritada:
"Chega."
"Por quê?"
"Porque me enchi, é sempre a mesma história: dentro daquilo que é pequeno há algo ainda menor que quer despontar, e fora do que é grande há algo ainda maior que quer mantê-lo prisioneiro. Vou Cozinhar.""

pág. 53
História do novo sobrenome
Elena Ferrante

" A gente escuta muito que "menos é mais". E sim. Mas nem sempre. Tem hora que menos é menos mesmo. Falta. Insuficiente. E mais, é demais. Não dou conta."

Borboletas no olhos
Luciana Nepomuceno
Texto aqui - Jardim Secreto

nota - teve mais de um motivo para eu me lembrar da Luciana. Terá sido pelo "Vou Cozinhar"? Se bem que, nunca ouço ela dizer vou e sim mostrar os pratos prontos. Em Fogo Alto.

 

Já ouvi a Luciana Nepomuceno dizer "isso" de várias formas, mas não encontrei o texto no blog :c(
"O que me restituiu definitivamente a mim mesma - mas qual mim mesma? - foram as provas do livro..."

pág. 467
História do novo sobrenome
Elena Ferrante

Agora, uma coisa que me pergunto...
"Minha vida me leva a imaginar como teria sido a dela se por acaso lhe houvesse cabido aquilo que me coube, que uso ela teria feito de minha sorte."

pág. 337
História do novo sobrenome
Elena Ferrante

E esta poderia ser o slogan/ epíteto de certos movimentos
"Em suma, estávamos do lado da infração, mas só para que se reafirmasse o valor da regra."

pág. 420
História do novo sobrenome
Elena Ferrante

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publicado às 21:07

xote

por sapoprincipe, em 26.07.16

160726_poster_lu.png

Tomara que o "presente" seja uma alegria no meio do caos.
Com carinho.

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publicado às 14:37

sobreviver

por sapoprincipe, em 05.07.16

160705_poster_fal.png

se eu aparecer com o olho roxo, como o fundo do poster, é pq fiz sem pedir autorização. rs

para piorar, o blog tira qualidade da imagem :c(

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publicado às 14:32

quase

por sapoprincipe, em 29.06.16

"saber da promessa de beleza onde ela ainda não está"

 

Quase a minha profissão.

Na realidade a Luciana estava falando do Sertão - dela (Primeira Fonte).

Mas, peguei pra mim. Sem pedir pedir licença. Ela irá entender que é elogio.

Espero ;c)

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publicado às 16:17

Arq-tipografia

por sapoprincipe, em 25.07.14

Gal Costa canta ao fundo "E é como se então de repente eu chegasse ao fundo do fim / De volta ao começo / De volta ao começo...".

Iniciando "nova" contagem esta é a arq-tipografia 101. Pra manter o ritmo, lembremos da primeira. Passando por copacabana deparei com esta pérola. Não acho que tenha a beleza e leveza da inspiradora do arq-tipografia, mas dá para levantar a hipótese de ser da mesma leva ou de um mesmo arquiteto. O desnivelamento / alinhamento pode ser descudido posteriror.

 

 

by Cláudio Luiz

 

Av. N. S. de Copacabana, 1040 - Copacabana - Rio de Janeiro / RJ

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publicado às 10:01

Decor XIV

por sapoprincipe, em 19.03.14

O andar térreo contava com um vestíbulo de piso de cerâmica, uma sala espaçosa com lareira, uma cozinha cuja porta dos fundos dava para a horta de tomates e abóboras, uma despensa com estantes caiadas e um dormitório no qual se sentia o perfume das especiarias, legumes e hortaliças. No vestíbulo de piso de cerâmica se encontrava a escada, roída pelo caruncho e a tristeza das teias de aranha, que levava ao primeiro andar e ao sótão.

...

O primeiro andar contava com quatro dormitórios e um banheiro, distribuídos em um corredor com sacadas que davam para o jardim e por onde a luz invadia a casa por entre os ramos das madressilvas. Em um canto do dormitório maior, esquecido sobre uma estrutura de ferro, um jarro de louça com arabescos azuis. Os outros cômodos estavam vazios e se podia escutar o eco da respiração.

Em uma extremidade do corredor, a escada se estreitava na subida ao sótão. Os degraus se mostravam frágeis e rangiam conforme Clara avançava. No fim da escada, a luz inundava o lugar entrando por uma pequena janela em forma de lua cheia por onde se podia ver a solidão do mundo. Havia várias com cobertas por lençóis que cheiravam à lavanda apodrecida, uma cômoda de estilo francês em ruínas e, apoiada nela, uma espingarda de caça cuspindo pólvora.

[pág. 35]

 

A primeira coisa que adquiriu foi quatro candelabros de velas grossas para cada um dos cantos da sala. ...

 

Na cidade, completou o mobiliário da sala com sofás de cetim escarlate, quadros de odaliscas envolvidas em tule lilás, um tapete que mostrava uma caça à raposa e cortinas verdes de seda adamascada. A loja onde comprou esses objetos vendia móveis, artigos de decoração e adereços utilizados em representações de ópera, que já não interessavam aos teatros por estarem velhos ou fora de moda.

[pág. 36]

...

 

Quando já gastara todo o orçamento, Clara se enamorou pela cama onde Otelo matara Desdêmona. Tinha travessas de ferro negro cobertas por um dossel púrpura e era de tamanho colossal, não exatamente o ideal para ser montada e desmontada nos teatros. Por isso só fora usada em algumas representações. Tanto insistiu em levá-la custasse o que fosse, que o barítono a trocou por seus favores camponeses. Sobre um baú do armazém, aturdida por uma ária de Rigoletto, Clara Laguna conheceu seu segundo cliente.

[pág. 37]

 

A casa dos amores impossíveis

Cristina López Barrio

 

Tradução – Fal Azevedo

 

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publicado às 21:10

Decor XII

por sapoprincipe, em 23.01.14

A casa, tão íntima, toda outra nos olhos dele.

 

Luciana Nepomuceno

pág. 18

Contos do Poente

Luciana Nepomuceno - Rita Paschoalin

ilustrações Joana Faria

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publicado às 11:11

historinhas de final do ano no início do

por sapoprincipe, em 01.01.14

 

Tem correspondência minha que chega na casa do meu irmão (não perguntem). Como ele foi pra minas, fiquei sem saber se havia chegado alguma coisa. E como ele não passou aqui o reveillon, fui pra lá com umas amigas que queriam ver os fogos de copa. Uma foi por nunca ter visto os fogos #curiosidade. A outra foi por amor, visto que tinha jurado nunca mais vir.
Aproveitei para checar a correspondência. E o ano começou bem, chegou postal me chamando de lindo ;c)
Junto ao postal estão vendo a borboleta? tem uma amiga - Luciana - que gosta. Estava eu lanchando no centro, pois havia ido procurar uns materiais, quando chega um garoto e me pede para pagar um salgado pra ele. Pois ele não tinha conseguido vender nenhuma borboleta ainda e estava com fome... final de ano, coração mole, garoto com fome... paguei um pastel. Aí perguntei quanto era a borboleta. - É qualquer valor, mas o senhor (ai, a barba branca) já pagou o salgado, pode escolher a que quiser. Não seria justo, né? Bondade é bondade. Trabalho tem que ser remunerado. Pensei na amiga Lu, que adoro borboletas, nem acho que ela irá gostar, mas... escolhi uma e dei 2 reais pra ele. Ela irá ganhar a borboleta quando chegar. O que irá fazer com ela não sei. Mas vai ganhar.
Passei no hortifrut para comprar umas coisas, quando estava no caixa, chegou um senhor e me pediu um dinheiro... para beber. A mulher do caixa comentou, pelo menos é sincero. Não gosto de dar dinheiro, mas era reveillon, festa, lembrei das minhas amigas Renata e Niara, achei que ele tinha direito a comemorar e dei um dinheiro pra ele beber. Agradeceu tanto, tanto, que estou achando que o ano vai ser bom - em parte - por conta dos votos de felicidades dele ;c)

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publicado às 20:20


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