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Se a Ana Paula ou o Fernando escreverem algo a respeito, teremos oportunidade de aprender alguma coisa e ter uma visão séria sobre o assunto.

Enquanto isso não acontece vou só falar o que eu acho (e na melhor forma de achismo – sem ter conhecimento algum).

Na segunda-feira pp saiu o resultado do concurso do projeto do MIS (museu da imagem e do som – rio de janeiro).

Desgosto do resultado? Nem por isso. Apesar de achar que alguns confundiram o jeitinho do brasileiro e as curvas das cariocas, gostei de 2 projetos apresentados (Os vencedores – o escritório nova-iorquino de Elizabeth Diller, Ricardo Scofidio e Charles Renfro; os arq. Rodrigo Cerviño Lopez e Fernando Falcon da Tacoa Arquitetos ). Mas, sou contra o projeto por princípio.

O Brasil que tem tanto orgulho da sua música (um dos ícones do museu) e de seus músicos que poderia ter mesmo um museu especial. O projeto vencedor colabora com a minha opinião. As pessoas irão ao museu de passagem. Estarão mais interessados em subir a rampa para ver copacabana. O que eu também farei. Daí não gostar de colocarem lá o museu. O Rio tem tudo (quase – descontando a violência, os puxadinhos, a bandalha no trânsito, muitos taxistas pouco honestos... pontos que empenho e política séria resolveriam... tem tudo) para ser uma grande atração turística. É a porta de entrada do Brasil, mas é pouco explorado como tal. Se queriam um ícone em copacabana, ótimo, construíssem lá um grande prédio para ser um hotel, um pólo gastronômico, andares e andares de bares e cafés com um belo miradouro na cobertura e tá feito.

Copacabana não precisa de mais uma atração, basta só por si. E o museu podia até servir para revitalizar algum ponto da cidade (e tem vários precisando) e onde a música e a imagem pudesse ser o centro das atenções.

(os sete concorrentes. Quatro brasileiros:

O escritório paulista Tacoa Arquitetos - arq. Rodrigo Cerviño Lopez e Fernando Falcon;

Isay Weinfeld Arquitetura - do paulista Isay Weinfeld;

Os cariocas do escritório Bernardes & Jacobsen Arquitetura - arq. Thiago Bernardes e Paulo Jacobsen;

Brasil Arquitetura - arq. Francisco de Paiva Fanucci, Marcelo Carvalho Ferraz e Marcelo Suzuki.

Os estrangeiros:

O escritório nova-iorquino Diller Scofidio – arq. Elizabeth Diller e Ricardo Scofidio;

O arquiteto japonês Shigeru Ban;

Daniel Libeskind - arquiteto naturalizado americano.)

 

 

as imagens tirei daqui.

 

"Meu bombom
No encontro ao Armagedon
Não precisa usar batom
Venha como estiver...
Queimadinha de radioatividade"

 

Nosso amor ao armagedon - Ângela Rô Rô

 

publicado às 09:00


2 comentários

Sem imagem de perfil

De Raquel a 30.09.2009 às 19:08

Ah Claudio, eu concordo tanto com sua análise. Primeiro porque acaba com o charme de Copacabana, né? Aquela coisa meio antiga, meio parada no tempo que é tão peculiar dos prédios dali. E com tanto lugar precisando de atenção eles concentram a coisa lá? Reprovado...
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De sapoprincipe a 06.10.2009 às 19:48

Lugar pra fazer é o que não falta no Rio, não é, Raquel?

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