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O piroso aí foi só por que a Luciana, minha amiga linda e gostosa, que faz doutorado em Lisboa, usou outro dia e ficou em dúvida se a gíria portuguesa equivaleria ao nosso brega. Eu acho que sim.
Então, aproveitando que o brega existe, é engraçado e tem o seu lugar, taquei flores de plástico no banheiro.
Como não queria vizinhos bisbilhotando que shampoo uso e no box não tem um nicho maravilho e não gosto daquelas prateleirinha de vidro, pensei em outras soluções, inclusive em forma de pão siliconada que tem cores lindas, mas... optei pelo bom brega mesmo. Comprei uma jardineira com colunas gregas, que já facilitava por ter furos no fundo para escoar a água, mais flores (pena que na loja as únicas grandes eram brancas) e temos um lindo cestinho para guardar frascos, sem que sejam vistos do outro lado do basculante ;c)
Considerando que é a cozinha é americana, e não é difícil ver a “área de serviço”, decidi tirar a comum cordinha branca do varal e colar uma mais bonitinha, digamos.
E quem olhou só a foto pode até pensar que decidi fazer alpinismo.
eheheheheheheheheheh
Não, não é a minha loja preferida de puxadores. É só mesmo o cabideiro do meu quarto.
Ah, antes que alguém diga que a ideia é batida e já viu 300 vezes na internet, eu sei.. Mas é o meu quarto. Então, me deixa!
Um pouco depois de ter voltado de Portugal a primeira vez (dois anos depois eu passei lá mais um tempo) vi estes puxadores e pensei em fazer isto. Ao cliente que sugeri, ele não aceitou. Há 3 anos voltei a sugerir para uma cliente, porque achei que ficaria bem na cozinha dela. Mesmo que um pouco reticente, acabou aceitando e foi ela mesma escolher e comprar os puxadores. Como ficava na lateral do armário que dividia a cozinha da área de serviço, foi fácil colocar e ficou ótimo.
Agora, como quis fixá-los direto na parede... tsc, tsc, tsc... os parafusos originais, sem fenda, não adiantava. Tentei comprar uns decentes e não encontrei e ainda por cima, dois dos que encontrei com cabeça redonda e fenda não entraram nas porcas :c( Então, ainda precisam de uns ajustes, mas achei lindo o azul, o verde e as formas. E prático.
NB - As cortinas da sala chegaram. Ficaram ótimas. A mãe de um amigo fez pra mim - degrátis. :c)))
Segui a dica da Monix e comprei a cama. Entregaram inclusive antes, bem antes, da data marcada. O que foi ótimo. Assim, só dormi no chão dois dias.
A Renata Lins vai dizer que sou chato, mas prefiro acreditar que é só exigência. E bom gosto. Eheheheheheh
Troquei os puxadores, of claro. O quarto todo branco, e o puxador era de – plástico – marrom. Não, não pode. Troquei por um cromadinho simpático. Não é mais bonitinho?
Mesmo critério usei no armário. Optei pelo branco por ser mais econômico. Escolhi puxadores – não tão econômicos, mas que dariam um up no armário. Ficou assim.
Confesso que gostei do resultado. Ficou digno.
NB – chegou a máquina de lavar \o/O que significa que não precisarei mais perturbar a Monix. Bem, a não ser quando faltar açúcar ou farinha para terminar de fazer a massa do bolo. Eheheheheheheh
Monix, obrigadíssimo pela ajuda. Valeu, vizinha!
"Eles entraram na suíte da criança, que para Ava era um quarto de sonhos. Murais com personagens infantis cobriam uma das paredes. Nuvens brancas tinham sido pintadas no teto azul-claro. A mobília era branca, ou coberta de tecido azul ou rosa.
Deixaram o quarto da menina e seguiram pelo corredor, cujo final havia uma enorme suíte decorada de maneira marcante em tons de branco e preto."
Sara Orwig
Lição de Amor
pág. 29
NB - o mais importante: tradução - Fabia Vitiello
“ Eu tinha 19 anos e minha mulher também, e nós tínhamos um apartamentinho que estávamos tentando montar como o lar de um típico casal americano de classe média. Estávamos imitando nossos pais, sem nos darmos ao trabalho de pensar na nossa vida com algum tipo de profundidade”
Elizabeth Gilbert
O último homem americano
pág. 79
NB - Erro clássico. Seja copiar a casa dos pais, do vizinho ou do amigo. Além do gosto, preferências e ritmo de vida, espaços diferentes exigem soluções diferentes. Sempre.
A casa das meninas é incrível. Uma sala retangular, gigante, a biblioteca dos meus sonhos, um escritório sensacional, quartos enormes e arejados. O pé-direito é coisa de, sei lá eu, uns quatro metros, o teto da sala é todo de vigas. Todas as janelas são de duas folhas e vão até o chão, as portas tem ferrolhos, o chão é de lajota avermelhada, a cozinha tem fogão a lenha, a lareira é fantástica, os móveis, são sua cara, sólidos, madeira escura.
Azevedo, Fal
Sonhei que a neve fervia
ed. rocco - 2012
NB - espero a numeração esteja certa, pois só agora me dei conta que não coloquei uma tag no decoração na literatura.