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faxina

por sapoprincipe, em 28.09.18

Sei que as eleições estão bombando, mas eu preciso respirar. Até por conta das flatulências. Arg!
Sabe os duendes que escondem as coisas que você está procurando? Eles também conseguem embaralhar as palavras. Tenho mais do que certeza de que em vários trechos e páginas eu escrevi - Fal - nas margens do livro "Conforto". Agora, fui procurar os pontos para escolher um sobre o qual escrever e... não achei nenhum. Putz. Contudo, achei um marcado Fernanda, que podia ser Iara, também.
Lembrem-se que o que estava em destaque na época de maior enfoque do livro era o Rococó. Antes, e mesmo correndo em paralelo, tinha o eloquente e dramático - Barroco e, também, uma fase suntuosa, com casas enormes, com vários acabamentos elaborados e tetos decorados com pinturas, vigas formando painéis, sancas... etc.
Aí... entra em cena o "éditeur" Mariette, primo irmão da Fernanda.
página 225
" No ano mais importante da decoração de interiores, 1738, Mariette demonstrou todo o seu desdém pelos tetos no estilo antigo, 'ninhos de aranha', bons apenas para acumular poeira, 'pesados' durante o dia, 'impossíveis de iluminar' à noite."
Igual Fernandinha e Iara que não podem ver um projeto de interiores mais, digamos, cheio de detalhes e móveis que decretam logo: quem irá faxinar isso?
Até parece que Mariette pegava um espanador para espanar as aranhas ou numa vassoura pra varrer a sala.
Todavia, foi assim que nasceu o "plafond dans le goût moderne" - teto em estilo moderno, lá deles.
Como Mariette era editor do livro L'Architecture Francaise (a Casa Cláudia da época), ficou decretado que qualquer coisa "mais magnificente", "rendilhada" ou "passamanaria" estaria completamente fora de moda. Sendo ilustrada com um teto moderno, branco e com uma sanca simples.
Temos então, a clareza e a simplicidade informal do teto branco ganhando a disputa. Para nossa alegria... não é, Fernanda e Iara?
rs

O Século do Conforto - Joan deJean

180928_mariette.jpg

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publicado às 23:13

canapé

por sapoprincipe, em 19.09.18

180919_Meissonnier_terrina.jpg

Terrina

Semana passada fui ao "Morar mais por menos". Que já não tem o "menos", só o Morais mais, pelo jeito. No início tinha uma tendência alternativa, do "faça você mesmo" (como se estas exposições não fossem ropaganda de profissionais), mas há muito que fico achando uma vibe - como não consegui entrar na Casacor... Inclusive, já ouvi de um participante, em uma palestra, que ele não se importava com a regra, fazia o que queria pois o que lhe interessava era captar clientes ricos. Não só deselegante foi a sensação com que fiquei.
Este ano foi no Casa Shopping. Além da vertente - comercial - clara, perde um pouco do charme por não ter uma casa "emoldurando" tudo. Mesmo que, nessas exposições, cada espaço tenha estilos bem diversos, fica mais fácil imaginar com a casa o espaço habitado por uma família. Eclética, mas família.
A Casacor começou ontem aqui no Rio. Acho que o impulso que ela deu ao design de interiores (e acho que não só no Rio, mas no Brasil todo) foi enorme. Na década de noventa - do século passado - decoração era, ainda, bem elitista. Depois foi avançando para a classe média com força e, hoje, até mesmo a classe C procura, algumas vezes, profissionais da área e tem despertado para a importância da decoração - ou pelo menos ter claro que eles têm direito ao "conforto" (pra jogar com o tema do livro).
Mas falemos da "primeira" Casacor...

"Em 1735, um sofá foi o primeiro móvel a alcançar celebridade instantânea, a ganhar cobertura imediata da imprensa e rapidamente ser ilustrado em manuais de design. ...
Mais ou menos na mesma época teve início o turismo de móveis. Estrangeiros começaram a ir a capital da França quando queriam ter certeza de comprar os móveis mais elegantes e na última moda para suas casas. Entre os primeiros turistas de móveis estava o grande marechal da coroa polonesa, o conde Franciszek Bielinski." (Mari, outra citação do turismo. Sem contar que esta moda ainda não passou. Eu mesmo já fui a São Paulo, tanto para ver móveis como ir ao Casa Cor.) .

Chegando em Paris (início da década de 1730) Bielinski escolheu o talento em voga - Juste Aurèle Meissonnier.

"Como era um homem de múltiplos talentos - arquiteto, decorador, designer e artífice que trabalhava com prata -, Meissonnier poderia se encarregar de todo o trabalho." Sem contar que ele era um dos mais notórios criadores do Rococó - estilo em destaque na época.
"Era o estilo perfeito para um naturalista como Bielinski: suas linhas sinuosas e assimétricas e superfícies elaboradamente entalhadas se inspiravam nas curvas e reentrâncias da natureza observadas em conchas e pedras. ... A produção arquitetônica de Meissonier não era vasta; mas ele fazia muitos objetos para o dia a dia que, quando tocados por sua verve decorativa extravagante, tornavam-se mágicos em vez de cotidianos. Todas as peças de Meissonnier eram alegres e extravagantes, produtos de uma imaginação que beirava a loucura e o ridículo." [vide a sopeira acima]
"Para Bielinski, entretanto, não bastava uma cópia; ele queria os objetos verdadeiros, muitos deles, para falar a verdade. Encomendou a Meissonnier um cômodo completo e logicamente não qualquer cômodo, mas um cabinet, saleta íntima alardeada pelos arquitetos modernos.
Quando ficou pronto, em 1735 [não deixem de reparar que se passaram 5 anos. E vc aí reclamando que a decoração do seu apartamento não ficou pronta em 2 meses], o cômodo era a manifestação decorativa mais completa e harmoniosa já produzida pelo homem que ditava as regras do novo estilo.
Só havia um problema: esse pacote digno de um prêmio estava destinado a remoção imediata e definitiva do solo francês.
O mundo do design logo se mobilizou e encontrou uma solução para que esse manifesto definitivo do novo estilo francês não desaparecesse sem deixar rastro. A solução encontrada não tinha precedentes: foi a primeira exposição pública de design. O Cabinet de Bielinski, já desmontado e pronto para ser enviado a Varsóvia, foi remontado nos mínimos detalhes dentro de um dos cômodos do palácio das Tulherias, em París. Lá, tornou-se literalmente uma exibição pública de móveis e decoração interior. Em 1735, uma multidão de parisienses e estrangeiros lotou o palácio para admirar a obra-prima de Meissonnier, assim como se ia naquela época aos salões de pintura e como hoje se vai" ...a Casacor.

180919_Meissonnier.jpg

Canapé

"E então a pièce de resistance: o sofá. Foi a primeira vez que Meissonnier voltou sua atenção para a mobília; em toda a sua carreira, ele desenhou poucos móveis e nunca mais criou outro sofá. [mais esse aí vc viu um similar na casa da sua vó ou na casa da amiga rca da sua vó, vai, conte-me] Antes da exposição, havia poucos móveis desenhados por arquitetos, e os poucos que existiam jamais saíram das residências monárquicas. Foi o sofá de Meissonnier que inaugurou a vida pública da mobília desenhada por arquitetos. [e os arquitetos querendo falar mal do design de interiores] .
O repórter do Mercure de France concluiu que o conjunto de Bielinski - levaria à Polônia "uma idéia extremamente favorável do progresso das belas-artes na França". Também ajudaria a demonstrar para um novo público algo que os parisienses já sabiam bem: em 1735, decoração de interiores estava adquirindo uma importância considerável; começava a assumir uma identidade independente da arquitetura e estava prestes a se tornar o que chamamos de um campo." Que foi bem cultivado. E continua sendo.

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publicado às 18:41

turismo

por sapoprincipe, em 24.08.18

180824_dezallier-dargenville_1749.jpg

O post para dar início a parte de arquitetura e design do livro está pronto na cabeça. Mas, kd mãos pra digitar, bom senso pra burilar?
Kd o salvar em pdf do cerébro, pra depois transformar num texto do word? Contudo, numa tentativa de motivação... vou continuar destacando as partes que me fizeram lembrar das amigas... maravilhosas.

" A nova ênfase na mobília e o fato de as pessoas estarem investindo cada vez mais sua riqueza em mobília criaram um tipo de turismo, o turismo de móveis, que também contava com guias para visitantes estrangeiros. Em 1749, por exemplo, Dezallier d'Argenville indicou o Hotel d'Evreux como visita "imperdível" por causa de "seus móveis refinados e luxuosos".

Mari*, eu não conhecia o detalhe. Você, provavelmente, sim.
Era algum ancestral, outra encarnação já iniciando na área? eheheh
Tem ainda uma outra parte no livro que me fez lembrar de vc. Quando encontrar, posto aqui.
E a autora continua:

"O conde d'Evreux deve realmente ter feito muito para merecer tal menção no Architectural Digest daquele tempo. Na época de sua morte, mais de metade de sua fortuna estava investida em mobília. "

[O século do conforto - p 188]

* Drª Mariana Aldrigui - Doutora em Geografia Humana/Especialista em Turismo Urbano.
Mari só para os íntimos.

 

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publicado às 20:30

museu de grandes novidades

por sapoprincipe, em 15.08.18

180815_Anton_Raphael.jpg

Antes de começar a destrinchar o livro na parte de arquitetura e decoração, vou colocar aqui um trechinho - prioridades - por conta de um post da Iara, que não sabia o que eram mitainesRenata Lins  (que deve ser amiga de Madame la Duchesse - rs) explicou e postou umas imagens com modelos.

"Entre 1718 e 1720, as vestes informais foram reinventadas mais uma vez, ganhando charmosas mangas tres-quartos...
No inverno, as damas usavam junto um acessório recém-inventado, as mitaines, um tipo de luva que deixava a ponta dos dedos descobertas. As de Madame la Duchesse eram forradas de pele."

[O século do conforto - p 288]

Viu, Iara, não são nenhuma novidade. Embora tenha gente pensando que é coisa da Madonna, só por que ela [re] lançou a moda nos anos 80.

180815_madonna.jpg

NB - não achei nenhuma imagem de Madame la Duchesse,

mas fiquemos com Marie-Louise [grande Duchesse de Toscane],

numa obra de Anton Raphael Mengs_1770, só pra ilustrar.
E Madonna, pq Madonna é Madonna.

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publicado às 17:05

gostei imenso

por sapoprincipe, em 10.06.18

180610_portugal.png

Hoje é dia de Portugal e dia da Língua Portuguesa.

Pensando em minha mana Paula e nos amigos que fiz lá, fica aqui o meu carinho.
Sobre o texto eu poderia dizer - achei legal. Minha mana, talvez, diria "bué de fixe".
Sobre as expressões, ontem mesmo assistindo a um capítulo de uma novela portuguesa (vez por outra eu faço isso) ouvi uma personagem dizer - a situação entre vocês está "de cortar à faca". Que convenhamos, é uma forma ótima de falar de um clima pesado.
Enfim, prefiro mesmo pegar emprestado uma expressão deles e dizer sobre o texto: gostei imenso.

 

Ah, e CPF pode ser Centro Português de Fotografia, que vale muito a pena a visita quando estiver a passar pelo Porto.

"_Em Homenagem ao Dia Internacional da Língua Portuguesa_
Eu tomo café da manhã, ele toma pequeno almoço. Eu tomo leite na xícara, ele toma café na chávena. Eu tomo uma chuvinha besta, ele apanha uma chuva molha parvos. Eu tomo um sorvete de creme, ele toma um gelado de natas. Eu tomo um chope, ele toma uma imperial. Eu tomo um porre, ele apanha uma bebedeira. Eu pergunto se ele viu minha meia-calça marrom e ele diz que não, não viu meus collants castanhos. Eu pergunto se ele vai de terno, ele me diz que não vai de fato. Eu uso calcinhas, que ele diz que são cuecas, ele usa boxers, que eu digo que são cuecas. Eu digo que é uma camiseta bonita, ele diz que é uma t-shirt gira. Eu digo que a nova camisa do Cruzeiro está linda, ele diz que a nova camisola do Porto está brutal.
Eu digo para de frescura e ele me diz não me venhas com fitas. Eu digo que ele não sabe porra nenhuma, ele diz que eu não sei a ponta de um corno. Eu digo se agasalha direito, ele me diz tapa-te bem. Eu digo muito, ele diz bué. Eu pergunto se nossos amigos vão trazer as crianças e ele diz que, sim, eles trazem os putos. Eu pergunto se elas estão fazendo o álbum da Copa e ele diz que sim, elas estão a fazer a caderneta do mundial. Eu pergunto se eles têm figurinhas para trocar, ele me diz que eles têm cromos repetidos.
Eu pergunto se vamos de trem, ele diz que vamos de comboio. Eu digo que o encontro em 10 minutos no ponto do ônibus e dez minutos depois ele me diz que já está na paragem do autocarro. Eu digo que o pedágio é carésimo, ele diz que a portagem é um balúrdio. Eu digo que precisamos parar no posto e ele diz que logo ali há uma bomba. Eu digo que esse goleiro é muito ruim, ele concorda dizendo que é mesmo um guarda-redes muito mau. Eu berro que o atacante estava impedido, ele berra que o avançado estava fora de jogo. E digo que o juiz tá de sacanagem, ele diz que o árbitro está a gozar. Eu digo que não foi escanteio, foi tiro de meta, ele concorda que não foi canto, foi pontapé de baliza.
Eu digo que adoro a Whoopi Goldberg em Mudança de Hábito, ele diz que nunca assistiu a Do Cabaré Para o Convento. Eu digo que nunca assisti a O Poderoso Chefão, ele diz que eu preciso assistir a O Padrinho. Eu digo que parei de ver Bastardos Inglórios no meio, ele diz que eu tenho que acabar de ver Sacanas Sem Lei. Eu digo que TST é Tribunal Superior do Trabalho, ele diz que TST é Transportes do Sul do Tejo. Eu digo que ABL é Academia Brasileira de Letras, ele diz que ABL é Associação de Basquete de Lisboa. Eu digo que Itau é um banco, ele diz que Itau é Instituto Técnico de Alimentação Humana (e eu digo que falta um H nessa sigla).
Eu digo que comprei caquis, ele diz que comprou dióspiros. Eu peço para ele comprar abobrinha e alho poró, ele compra courgette e alho francês. Eu digo que gosto de bolo salgado, ele diz que gosta de bôla. Eu digo que gosto de rocambole, ele diz que gosta de torta. Eu digo que gosto de torta, ele diz que gosta de tarte. Eu digo que era um bando de estelionatários, ele diz que era uma corja de aldrabões. Eu digo que o cara é um babaca, ele diz que o gajo é um parvalhão. Eu digo que o vestido é cafona, ele diz que o vestido é piroso. Eu digo que a dona do vestido é uma patricinha, ele diz que é uma betinha.
Eu digo que temos um problema de sílaba tónica, ele concorda. Eu digo que quero comer sushÍ, ele diz que também quer comer sÚshi. Eu digo que vou de metrÔ, ele diz que me pega na saída do mÉtro. Eu digo que o hotel se chama tÍvoli, ele diz que se chama tivolÍ. Eu digo que busco a miúda no judÔ, ele diz que ela sai do jÚdo no fim da tarde.
Eu digo carinho, ele diz festinhas. Eu digo beijo tchau, ele diz beijinhos grandes e até logo. Eu digo eu te amo e ele poderia dizer amo-te, mas, no fim das contas, ele acaba dizendo eu tambaim q’rida...
Sorte a minha."

Texto de Ruth Manaus para o jornal O Estado de S. Paulo

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publicado às 11:22

domingueiras

por sapoprincipe, em 11.03.18

180311_mona_caron_1.jpg

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by Mona Caron

via Jaci Carioca

Quando se tem amigos de bom gosto... é fácil.

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publicado às 18:03

Abecedário 2017

por sapoprincipe, em 04.01.18

• Arranjos de cabeça [carnaval];
• Bethânia [Paço Imperial - Bia Lessa];
• Calendários [uma ideia] / Cogumelos [apreciação dos pratos/dotes da Chef Nepomuceno, Luciana];
• Doutores [dois amigos queridos defendendo tese, aprovados com elogios. eu estava nos agradecimentos das duas] / Da Lapa Design Hotel - Dandara [Chef Afro Gourmet];
• Ex libris [Ticcia / Vitor];
• Fábrica Bhering [ótimo programa, amigos maravilhosos];
• Gabinete de Leitura Guilherme Araújo [série poético-musical Somos Tropicália. Obrigado Paulo Sabino - Rafael Millon];
• H
• Ideologia... política. Gênero... diversos;
• J. Carlos - originais [exposição IMS - ida a mando da Vera];
• K. O. [Pabllo Vittar e Anitta são a cara 2017. Lado bom. Será pela repetição das letras? Pesquisar - Clláudio Luizz] / Kevin Spacey [na minha lista de grande atores, agora, grande decepção];
• Lampião [Chuva de Bala - Mossoró - Espetáculo maravilhoso. Na torcida por Lampião e Totonho - rs “Alguém Pra bater Em Mim, Não Nasceu E Nem Nascerá, Se Nasceu Não Se Criou, Se Si Criou Levou Fim, Alguém Pra Bater Em Mim, Nesse Terreno Não Há, Com As Bênção De Seu Padin, Eu Já Fiz Bala Chover, O Vento Correr, O Tempo Parar, Matei Só Por Matar, Só Pra Ver Morrer, Fazer O Sol Quente Esfriar”];
• Morte. Perda. Mãe. Pérola. Melodia;
• Não Recomendados [Madrugada no Centro. Ótimos. Fevereiro];
• Obra [Dividir um apto em dois. Ser contratado de novo para dividir a metade em dois. Desafio. O cliente gostou.] / Orisa [exposição de fotografias divinas - com ou sem trocadilho - no CCJ];
• Piquenique das Fadas. / Passeatas [sempre com o companheiro Ivan];
• Quinze (Debut da "Sobrinha" Juju];
• Rico Dalassan [último show Madrugada no Centro de 2017 - com participação de Minha Luz é de Led, especial de São Yantó e pocket show do coletivo As Travestidas (Silvero Pereira - linda - e Rodrigo Ferrera - engraçadíssima)];
• Saturno [Todo Mundo Adora Saturno. Brigadim, Fal] / Show As Bahias e a Cozinha Mineira [circo voador];
• Teatro [ O topo da montanha / Tom na fazenda / Clara / Cartola - o musical / L - o musical (Ellen Oléria - maravilhosa)];
• Utupya - Opavivará! [exposição hilária na galeria de artes A Gentil Carioca];
• Visitas [amigas em final de semana prolongado];
• Wellington - o bife [almoço do dia 31 de janeiro - Geide, excelente anfitriã];
• X - para algumas fotos tiradas na Tupycolé, da exposição citada acima [não é, Helvecio? rs];
• Ypsilone [E gritava: A-E-I-O-U-Ypsilone (Jackson do Pandeiro tenho certeza que perdoa a batota. rs)];
• Zerar o joguinho só pra Frida Helê e Geide.

180104_abc.jpg

NB - Em 2016 Frida Helê fez.
Geide amou e foi nas águas e fez o dela no feissy.
Este ano, numa articulação, se definiu que elas iriam fazer (Helê-2017)
e eu ia entrar na roda. Desafiou. Cumpri.

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publicado às 12:00

carimbadas

por sapoprincipe, em 29.08.17

170829_by_Andy-Yeung.png

by Andy Yeung

para Luciana Gennari - que sabe planejar onde estacionar o barco ;c)

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publicado às 15:27

tattoo

por sapoprincipe, em 05.07.17

170705_ticcia_exlibris.png

by Claudio Luiz

para "tatuar os livros" - segundo ideia da própria.

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publicado às 18:14

julho

por sapoprincipe, em 01.07.17

170701_julho.png

Conjunto Popular - rua Silva Jardim - JF/MG.

Julho - suposto mês de férias (por sinal, na infância, passei algumas em Juiz de Fora, na casa de minha madrinha)
"Hoje é o Primeiro Dia do Resto de Nosso" Ano.
Quanto tempo leva para comerçarmos a ver as primeiras propagandas de natal e nos assustarmos que a encruzilhada de 2018 chegou?

Patrocinado por Helô Banana Etc e Vera Guimarães
Amizade é tudo.
No feissy rolou uma questão com definição de amigo.
Acho que posso citar Vera e Helô como exemplo de.
Especial.

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publicado às 07:04


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