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fundamental

por sapoprincipe, em 07.10.21

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"Família é fundamental.
Família é muito importante.
Você tem que fazer as pazes com seus pais."

São frases que já vi postadas várias vezes. Não posso discordar de todo, mas, também, não concordo de todo.
Que família tem uma grande interferência na pessoa que somos, sem sombra de dúvida. Contudo, não é fator determinante. Tem frutos que se não caem longe do galho, rolam pra bem longe. Sem contar algumas maravilhosas ovelhas negras e coloridas. rs
Ter uma família que lhe apóia, respeita e incentiva, isso sim é bom. As que lhes desrespeitam, lhe agridem e eventualmente lhe coloquem na rua sem condições, não podem ser consideradas fundamentais.
Se sua família está no caso 1, maravilhoso. Se não, ter um agrupamento de amigos a quem você possa considerar família é muito melhor do que a ligação consanguínea.
Há tempos vinha querendo ponderar sobre isso, mas acabei adiando. Agora, com dois exemplos escancarados, achei que não podia deixar passar.
Tenho praticamente dado nenhum concreto, mas que a fala soou entranho, soou.
O "papagaio verde de pirata" (os elogios à perna de pau podem até ser sinceros, mas que tem grande parte de interesses pelas benesses, isto tem) foi a cpi e declarou que tinha muito carinho pela mãe. Ok. E que tinha duas cuidadoras que ficavam com ela. Pode ser só terminologia. Tem cuidadoras com formação e gentileza e carinho são importantes nestas escolhas. Duas cuidadoras e uma enfermeira me soariam melhor. Ou, até mesmo, uma e uma.
A maioria não tem condições nem de contratar uma cuidadora (embora algumas, por necessidade, concordem em trabalhar por salários bem baixos), mas para um homem com uma fortuna avaliada em 18 bilhões de dólares (de DÓLARES, então multiplique aí pra achar as rachadinhas) não teria problema de pagar os salários brasileiros e em reais. Seja da cuidadora, seja da enfermeira.
A mãe tem uma piora. Leva para o melhor hospital do país? Não. Transfere para um hospital de plano de saúde. Pode até ser por conta de confiar no absurdo tratamento, mas não foi por falta de aviso.
Para um defensor de deus e da família não soa estranho?
Temos também o tranquilo ambiente familiar, que imagino deva estar retratado nos filmes recém lançados no stream (que não vi e não pretendo ver), da família Von Richthofen. Não sei se a Suzane já se arrependeu, mas imagino que não seja fácil que de tempos em tempos a história volte a ser destaque na mídia. Acredito que as pessoas mudem e possam ter outra chance, outra vida. Mas, é preciso nos responsabilizarmos pelos nossos 'BOs".
E a família é isso - múltipla e nem sempre o poço de carinho e fundamental como repetem muitos.
Amigos são fundamentais.

NB - não sei se alguém reparou, mas não teve domingueiras no último domingo.
Motivo - a vivo me deixou sem internet.

publicado às 11:44

luz de vela

por sapoprincipe, em 22.09.21

No século passado, um dos elogios ao país era que no Brasil não havia terremotos, vulcões, tornados. Essas catástrofes naturais. Não tinha do verbo agora periga ter.
Com a erupção do vulcão na ilha espanhola levantou-se a hipótese de ter mar revolto no nordeste. A ventania que levantou poeira (e não só) aqui no Rio ontem, não foi um vendaval, mas já bagunçou bastante. Árvores caíram, telhados levantaram, trânsito na ponte Rio - Niterói suspenso. Não que isso já não havia acontecido, só que agora me parece mais frequentes e com rajadas de ventos com velocidades bem mais altas.
Aconteceram picos de energia duas vezes aqui que me fizeram perder parte do trabalho (nunca tá salvo na totalidade). Aí, decidi desligar o computador e deixar o trabalho pra depois (terminei hoje e já enviei - ufa).
Tem energia, mas já fiquei pensando em quando começarem os apagões? Torcer pro celular estar carregado e ter baterias extras.
Moro em andar baixo, mas minha amiga Mariana que mora em andar bem alto tem que ter um plano b. Sugiro mapear os amigos que moram perto e em andar baixo ou em casa. Está chegando em casa, faltou energia, vai demorar voltar, ruma pra casa do amigo, joga conversa fora, joga um baralho. É o jeito.
O que vocês conseguem fazer sem energia - elétrica, estou falando da elétrica, sem computador e a luz de velas?
Livro impresso será luxo.
rs

NB - isso foi mais ou menos um post de ontem no feissy, mas vou deixar aqui como arquivo.
Melhor do que lá.

publicado às 18:00

bobinha

por sapoprincipe, em 16.09.21

Quando reforço a falta de peso e qualidade das séries que tenho escolhido assistir é só pra contrabalançar com as séries e filmes cabeça que meus amigos intelectuais costumam assistir e comentar. Contudo, não é por elas serem "bobinhas" que não podem lhe puxar o tapete ou cutucar uma ferida numa cena ou outra.
Não acho que comprometa, mas se você é daqueles que qualquer spoiler estraga assistir, pare aqui.

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Ian Pangilinan - Paolo Pangilinann

Na série - Gaya Sa Pelikula (como nos filmes) - numa conversa dos dois personagens principais sobre a vida, deixa bem claro por que eles são como são. Falando sobre a infância o rebelde Vlad (Ian Pangilinan), estudante de cinema, conta que nasceu para salvar o casamento dos pais. O que o faz se sentir fracassado, por conta de na sua festa de aniversário de 7 anos o pai ter feito as malas e saído de casa. Já Karl (Paolo Pangilinan), o pouco enturmado (tímido?) estudante de arquitetura, de 19 anos, que está passando por uma crise de identidade, expõe o peso que é ter nascido para substituir o irmão que morreu. Recebendo o mesmo nome, inclusive. Mais não conto, senão será spoiler demais. rs
Lógico que ri quando o personagem foi apresentado como estudante de arquitetura. [Até tenho uma teoria - quando querem um personagem charmoso, culto, sofisticado, de bom gosto, com ar blasé ele é arquiteto. Se for endinheirado, sedutor, enturmado, comedor, é publicitário. eheheheh (ai, os esteriótipos e as caixinhas)]
A fala sobre a infância, puxou meu tapete. Não nasci para substituir, até por que minha mãe não queria mais filhos, mas nasci depois de um irmão que morreu logo depois de nascer. Não herdei o nome, mas herdei a madrinha.
O fato de minha mãe não querer ter mais filho, também pesou. Embora hoje possa entender muito bem, lógico que minha leitura infantil foi outra. Minha mãe não queria ter mais filhos por que os dois partos anteriores dela foram muito complicados. Teve que fazer cesária (o que não era tão corriqueiro naquela época, que a maioria das crianças nasciam em casa), pois éramos bebês muito grandes. 4kg e tanto, acho que meu irmão mais velho nasceu com 5.300. Pesadinho. Ela quis fazer laqueadura, mas numa posição machista e desrespeitosa e comum até hoje, o médico não concordou.
Então, atenção. As séries podem ser bobinhas, mas você pode não sair ileso. rs

PS - este post está aqui por que a Fal mandou.

publicado às 19:19

reflexo

por sapoprincipe, em 14.09.21

Por um momento deixei as séries de adolescente de lado e fui assistir uma produção mais de peso.
Aproveitei a dica da minha amiga Iara e assisti For Life.
Gosto de filmes/séries de tribunal. Acho que o gosto começou com uma sessão da tarde de "Testemunha de Acusação" (Dietrich maravilhosa).
Gostei bastante da série (Nicholas Pinnock está muito bem). Só lamentei não terem fechado na primeira temporada. Mais uma, pra fechar a história, seria bom, mais que isso acho que vai ter enrolação. O mote dá pra gerar 300 outras séries, sem ser a mesma coisa. Criatividade. Autores não faltam.
Nem vim falar disso. Minha questão aqui é a atriz.
Comecei a assistir e achei a Safiya - diretora do presídio - parecida com alguém. Nem era por conta de lembrar dela em GoT. O que não faz uma maquiagem e um figurino de época, né?
Demorou um pouquinho, mas cheguei lá.
Então, se Hollywood decidir, rápido, filmar a história de Marielle, espero que tenham bom senso de convidar uma atriz brasileira para interpretá-la, mas para a Mônica Benício podem chamar a Indira Varma. Concordam?

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publicado às 18:00

fuga

por sapoprincipe, em 09.09.21

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Entre a tensão do trabalho com a obra que ainda não entrou no ritmo necessário pra cumprir o prazo e o momento nefasto do país, fujo para o mundo dos adolescentes assistindo séries juvenis que não me exigem pensar.
Sempre achei estranho a movimentação nas redes sociais com os programas da tv aberta quando as pessoas assinam vários serviços de streaming e tv paga, mas o que estou fazendo agora? Minha lista na netflix não para de crescer, mas tenho assistido séries asiáticas no youtube. rs
Depois das coreanas e chinesas, caí nas filipinas e tailandesas.
Como no outro post, repito - com bons atores, uma boa direção e uma produção, seriam ótimas. Não falta enredo, mesmo que não sejam o suprassumo das novidades.
Quero destacar duas que gostei, justamente por achar que teve uma produção melhor e os atores são razoáveis. Excelentes, se comparados com os outros.
O enredo só tem clichês, mas é o que estou buscando. Que eu saiba o que irá acontecer sem precisar ler sobre o enredo e não me faça pensar e caso me distraia com alguma coisa, possa continuar assistindo sem precisar voltar as cenas.
Gostei bem dos atores da websérie filipina Gaya Sa Pelikula (como nos filmes). Embora não seja defensor da política de que pra fazer personagem trans tem que ser trans e fazer gay tem que ser gay, achei legal que os atores tenham sido escolhido, também, pelo seu engajamento na causa. O que estragou tudo foram as acusações, inclusive por um dos atores principais, de assédio do roterista/diretor da série. Tanto que a segunda temporada está em discussão se irá acontecer. Pelo que li, negociações de entrar no catálogo da netflix estão sendo feitas.
A outra série, também, filipina que gostei foi Gameboys. Embora não seja novidade, gostei da dinâmica de conversas por aplicativos e chamadas de vídeos entre os personagens, já que o desenrolar da história se passa no período da pandemia.
Fiquei surpreso de serem filipinas, já que sou do tempo de ouvir as Filipinas serem muito citadas por conta dos sapatos da Imelda. rs
Vocês estão conseguindo assistir séries densas ou estão apelando como eu?

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publicado às 16:16

bloco de notas

por sapoprincipe, em 22.07.21

Planos não executados.
Promessas não cumpridas.
Planejamento falho.
Não consegui fazer praticamente nada do que havia planejado.
Estou com meus horários completamente bagunçados.

publicado às 17:00

refúgio

por sapoprincipe, em 15.07.21

Enquanto a lista de indicações de séries, feitas por amigos, cresce, fujo para ver séries bobinhas.
Por isso nunca consigo entrar nos papos e nas dicas.
Ando me refugiando em séries de adolescentes - "malhação" em vários idiomas - e algumas séries asiáticas (não necessariamente de ambiente escolar).
As séries asiáticas desperta o interesse por uma cultura outrora muito distante da nossa, um ritmo bem diferente, uma estética e colorido exuberante e nos beijos de boca fechada que mal encostam os lábios (tão pudicos e com festivais fálicos enormes - sem trocadilho, por favor. rs Neste ponto, não muito diferente daqui que adora um biquíni cavado, um carnaval semi-nu, mas ficam revoltados com um topless na praia. Enfim, a hipocrisia.)
Fugindo um pouquinho da linha "malhação", por a história centrar mais na relação amorosa dos dois estudantes, assisti a "Seu Nome Gravado em Mim" (lembrei logo de "me chame pelo seu nome", "o amor que não ousa dizer seu nome"), que é um filme e não uma série. Ainda hoje precisamos continuar repetindo estes amores massacrados e de sacrifícios? A homofobia continua aí, mas temos avanços. Por mais que uma ala das redes gritem que querem personagens gays trambiqueiros, para fugir dos estereótipos, ainda precisamos de novelas com finais felizes, mas sem que precise repetir o amor romântico da donzela desejada e proibida, além de um padrão heteronormativo. Mas o filme comove. Tem umas cenas lindas e os atores são bem bonitinhos.
A violência, exclusão, bullying nas escolas, ainda hoje, seja lá ou aqui me assusta. As disputas infantis sempre irão existir, mas podiam ter avançado de como a escola lida com isso.
A questão do respeito aos mais velhos e a forma, às vezes, gritada de terminar umas frases, em séries orientais me chama a atenção.

210715_series.png

Na linha "malhação" assisti uma francesa - "Skam" - bem boazinha. É uma versão de uma série norueguesa, que tentei assistir, mas já estava no limite permitido pelo site. Tem versões em vários países.
Cinco amigas de perfis diferentes, claro. A liberada, a engraçada, a com questão religiosa (o uso do véu) e por aí vai. Tem discussões de gênero, sexual, preconceitos (de vários tipos), interessantes.
Fui ver a nova temporada de "Elite" [netflix] - poderíamos dizer que é um pornô-soft sem cair num moralismo bobo? O enredo poderia ser melhor, alguns diálogos também, mas as cenas de sexo são boazinhas (diferente das orientais, não se economiza beijos). As meninas pagam peitinhos e os garotos pagam bundinhas a torto e a direito. E tem sexo hetero, gay, lésbico.
A última que dei play foi "Young Royals" [netflix]. Série sueca que tenta ter sucesso no embalo de "Elite" e as outras séries para adolescentes.
Como são só 6 capítulos, as questões ou construção das relações não são aprofundadas. Há de se ter boa vontade para acreditar que uma escola de elite - para realeza e riquinhos - teria estudantes pobres. O interesse do príncipe pelo menino pobre até poderia acontecer, já que o que o chama atenção é a voz (o garoto canta no coro) e o discurso de esquerda. Uma fala diferente de todos os seus amigos lhe chamar a atenção, acho plausível. Inclusive, que poderia ser mais explorado, mas não desenrola além da primeira cena.
Teremos uma segunda temporada? Irá depender do sucesso/números para a netflix renovar. Assim, saberemos também, se os não cringe são mesmo inclusivos. Enquanto as outras séries são cheias de rostinhos bonitos e corpos sarados bem padrãozinhos, a sueca fica mais próxima de belezas possíveis/cotidianas. Os atores parecem mesmo adolescentes e o descendente real é um garoto com cabelo ensebado (a mim me pareceu) e o rosto cheio de espinhas (pareceu não só a mim). A garota que quer namorar o príncipe, por uma questão de ascensão/título/poder, já que ela é de uma família muito rica, como de praxe tem problemas com a mãe e o pai, é uma atriz negra (representatividade?), com uns quilos a mais que as colegas de elenco e , também, algumas espinhas.
A história ficou comprometida pra mim pelo não embate de classes, mas como o interesse era fugir e não pensar, tá valendo.
Lógico que como bom "engenheiro de obra pronta" fico, também, achando que uns ajustes aqui, uma cena e um diálogo mais elaborado ali e uma construção ou justificativa das atitudes do personagem assado a série ficaria melhor. Em muitos casos tem isto, fico gostando da série com as "correções" que imaginei. eheheheh

NB - Reclamo da superficialidade das séries e comento este texto. rs

publicado às 19:30

bloco de notas

por sapoprincipe, em 08.07.21

Trancafiado em casa onde o horizonte é restrito (moro de fundos) fica difícil ter assuntos amplos.
Já não se tem a hipótese, no dia seguinte, de falar de um encontro, por acaso,
com um amigo ou do flerte na mesa do bar na hora da saideira.
Assim, o umbigo torna-se impossível de não ver, e a contar a situação do país só piora.
E cada vez mais vou falando menos.

publicado às 16:00

peludo

por sapoprincipe, em 06.07.21

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Fui brincando com o "coração peludo da Fal" tentando achar uma melhor imagem, já que não tenho total controle do processo. Ainda preciso exercitar mais, pois não cheguei a solução que queria.
A pretensão era postar uma versão em cada rede e aqui no blog e depois fazer uma enquete do preferido. Falhou. A pane no computador estragou toda a programação. Acabou que tinha até esquecido de postar aqui no blog.
Já se foi o timing da enquete, vou enviar todos para a Fal e deixar que ela escolha.
Espero que o coração peludo dela não venha me estapear. rs

publicado às 15:00

Entrevista

por sapoprincipe, em 25.03.21

Frida Monix escreveu no Duas Fridas um post sobre arrependimentos [vale a leitura].
Num post da Frida Helê comentei que "arrependimentos" me lembra de entrevistas de celebridades.
Então, eu como não sou celebridade, me arrependo de muitas coisas - estruturais inclusive.
E enquanto todas as celebridades respondem, na fatídica e "original" - se você pudesse nascer de novo o que você faria? Ai, eu faria tudo igual (pelo menos em todas as entrevistas que já vi), a minha seria - se eu pudesse faria absolutamente tudo diferente. Nem que fosse pelo prazer de saber como é ser outro.

NB - decidi trazer do feissy pra cá só por conta do comentário da Samanta.

 

publicado às 15:46


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