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bloco de notas

por sapoprincipe, em 22.07.21

Planos não executados.
Promessas não cumpridas.
Planejamento falho.
Não consegui fazer praticamente nada do que havia planejado.
Estou com meus horários completamente bagunçados.

publicado às 17:00

refúgio

por sapoprincipe, em 15.07.21

Enquanto a lista de indicações de séries, feitas por amigos, cresce, fujo para ver séries bobinhas.
Por isso nunca consigo entrar nos papos e nas dicas.
Ando me refugiando em séries de adolescentes - "malhação" em vários idiomas - e algumas séries asiáticas (não necessariamente de ambiente escolar).
As séries asiáticas desperta o interesse por uma cultura outrora muito distante da nossa, um ritmo bem diferente, uma estética e colorido exuberante e nos beijos de boca fechada que mal encostam os lábios (tão pudicos e com festivais fálicos enormes - sem trocadilho, por favor. rs Neste ponto, não muito diferente daqui que adora um biquíni cavado, um carnaval semi-nu, mas ficam revoltados com um topless na praia. Enfim, a hipocrisia.)
Fugindo um pouquinho da linha "malhação", por a história centrar mais na relação amorosa dos dois estudantes, assisti a "Seu Nome Gravado em Mim" (lembrei logo de "me chame pelo seu nome", "o amor que não ousa dizer seu nome"), que é um filme e não uma série. Ainda hoje precisamos continuar repetindo estes amores massacrados e de sacrifícios? A homofobia continua aí, mas temos avanços. Por mais que uma ala das redes gritem que querem personagens gays trambiqueiros, para fugir dos estereótipos, ainda precisamos de novelas com finais felizes, mas sem que precise repetir o amor romântico da donzela desejada e proibida, além de um padrão heteronormativo. Mas o filme comove. Tem umas cenas lindas e os atores são bem bonitinhos.
A violência, exclusão, bullying nas escolas, ainda hoje, seja lá ou aqui me assusta. As disputas infantis sempre irão existir, mas podiam ter avançado de como a escola lida com isso.
A questão do respeito aos mais velhos e a forma, às vezes, gritada de terminar umas frases, em séries orientais me chama a atenção.

210715_series.png

Na linha "malhação" assisti uma francesa - "Skam" - bem boazinha. É uma versão de uma série norueguesa, que tentei assistir, mas já estava no limite permitido pelo site. Tem versões em vários países.
Cinco amigas de perfis diferentes, claro. A liberada, a engraçada, a com questão religiosa (o uso do véu) e por aí vai. Tem discussões de gênero, sexual, preconceitos (de vários tipos), interessantes.
Fui ver a nova temporada de "Elite" [netflix] - poderíamos dizer que é um pornô-soft sem cair num moralismo bobo? O enredo poderia ser melhor, alguns diálogos também, mas as cenas de sexo são boazinhas (diferente das orientais, não se economiza beijos). As meninas pagam peitinhos e os garotos pagam bundinhas a torto e a direito. E tem sexo hetero, gay, lésbico.
A última que dei play foi "Young Royals" [netflix]. Série sueca que tenta ter sucesso no embalo de "Elite" e as outras séries para adolescentes.
Como são só 6 capítulos, as questões ou construção das relações não são aprofundadas. Há de se ter boa vontade para acreditar que uma escola de elite - para realeza e riquinhos - teria estudantes pobres. O interesse do príncipe pelo menino pobre até poderia acontecer, já que o que o chama atenção é a voz (o garoto canta no coro) e o discurso de esquerda. Uma fala diferente de todos os seus amigos lhe chamar a atenção, acho plausível. Inclusive, que poderia ser mais explorado, mas não desenrola além da primeira cena.
Teremos uma segunda temporada? Irá depender do sucesso/números para a netflix renovar. Assim, saberemos também, se os não cringe são mesmo inclusivos. Enquanto as outras séries são cheias de rostinhos bonitos e corpos sarados bem padrãozinhos, a sueca fica mais próxima de belezas possíveis/cotidianas. Os atores parecem mesmo adolescentes e o descendente real é um garoto com cabelo ensebado (a mim me pareceu) e o rosto cheio de espinhas (pareceu não só a mim). A garota que quer namorar o príncipe, por uma questão de ascensão/título/poder, já que ela é de uma família muito rica, como de praxe tem problemas com a mãe e o pai, é uma atriz negra (representatividade?), com uns quilos a mais que as colegas de elenco e , também, algumas espinhas.
A história ficou comprometida pra mim pelo não embate de classes, mas como o interesse era fugir e não pensar, tá valendo.
Lógico que como bom "engenheiro de obra pronta" fico, também, achando que uns ajustes aqui, uma cena e um diálogo mais elaborado ali e uma construção ou justificativa das atitudes do personagem assado a série ficaria melhor. Em muitos casos tem isto, fico gostando da série com as "correções" que imaginei. eheheheh

NB - Reclamo da superficialidade das séries e comento este texto. rs

publicado às 19:30

bloco de notas

por sapoprincipe, em 08.07.21

Trancafiado em casa onde o horizonte é restrito (moro de fundos) fica difícil ter assuntos amplos.
Já não se tem a hipótese, no dia seguinte, de falar de um encontro, por acaso,
com um amigo ou do flerte na mesa do bar na hora da saideira.
Assim, o umbigo torna-se impossível de não ver, e a contar a situação do país só piora.
E cada vez mais vou falando menos.

publicado às 16:00

peludo

por sapoprincipe, em 06.07.21

210706_corpeludo_azul2.png

Fui brincando com o "coração peludo da Fal" tentando achar uma melhor imagem, já que não tenho total controle do processo. Ainda preciso exercitar mais, pois não cheguei a solução que queria.
A pretensão era postar uma versão em cada rede e aqui no blog e depois fazer uma enquete do preferido. Falhou. A pane no computador estragou toda a programação. Acabou que tinha até esquecido de postar aqui no blog.
Já se foi o timing da enquete, vou enviar todos para a Fal e deixar que ela escolha.
Espero que o coração peludo dela não venha me estapear. rs

publicado às 15:00

Entrevista

por sapoprincipe, em 25.03.21

Frida Monix escreveu no Duas Fridas um post sobre arrependimentos [vale a leitura].
Num post da Frida Helê comentei que "arrependimentos" me lembra de entrevistas de celebridades.
Então, eu como não sou celebridade, me arrependo de muitas coisas - estruturais inclusive.
E enquanto todas as celebridades respondem, na fatídica e "original" - se você pudesse nascer de novo o que você faria? Ai, eu faria tudo igual (pelo menos em todas as entrevistas que já vi), a minha seria - se eu pudesse faria absolutamente tudo diferente. Nem que fosse pelo prazer de saber como é ser outro.

NB - decidi trazer do feissy pra cá só por conta do comentário da Samanta.

 

publicado às 15:46

releitura

por sapoprincipe, em 17.03.21

Eu perco o [chão] sono
Eu não acho as palavras
Eu ando tão triste
Eu ando pela sala
Eu perco a hora...

______________________________________________________ Adriana Calcanhotto

As possibilidades de boas músicas são infinitas.

Se quiser ouvir a história da música

 

publicado às 14:42

cuidados

por sapoprincipe, em 04.03.21

210304_I-Care-a-Lot.jpg

Apesar da indicação de "eu me importo" (I care a lot - netflix), não cliquei logo em incluir à minha lista.
Depois, vi um tuiti da Rosana Hermann dizendo que não havia gostado. O enredo... isso e aquilo. Ops, não vou nem colocar na lista mais. Embora, comentários de pessoas da área e de críticos são sempre complicados. Da área... se fosse ela a escrever, ela faria diferente, of claro*. Críticos - aí, esta solução já é batida. Assistimos aos 300 filmes que ele assistiu para acharmos a solução batida? Não. Então...
Aí, vi minha amiga Mari Aldrigui sugerindo o filme. Voltou pra lista.
Como não assisti de pronto, vi um post do Alexey comentando que havia gostado, inclusive do fato da personagem principal ser lésbica e má. Que estava cansado de personagens LGBTTA+ bonzinhos e sofredores. Sofredores, eu também, bonzinhos eu ainda não.
O filme é um drama cômico que conta a história de uma mulher (Rosamund Pike**) que junto a lei ganha o direito de ser "tutora legal" de idosos a quem rouba descaradamente. Apesar de estar acostumada a responder filhos que reclamam, ela acaba tentando roubar uma senhorinha que tem um filho um pouco mais caloroso, digamos.
Lógico que o fato da mulher ser linda, educada, elegante não passa despercebido e o caso de ser lésbica é apenas mais um dado, que não é questionado uma vez se quer.
Lógico que não dá para achar que isso não foi intencional, considerando que o juiz (sempre enganado) é negro, que o mafioso é um anão (Peter Dinklage**), e o assassino de elite é uma mulher. Não pode ser assim? Pode, mas que não é o que vemos normalmente nos filmes, não é.
O que o diretor quis com isso não alcancei de todo. Foi só para mostrar que as pessoas são múltiplas? Tentar amenizar a história pesada invertendo uma pouco a lógica? Dando um ar de comédia? (eu dispensaria a parte quase pastelão dos mafiosos. Acho que ele poderia ter sido mais criativo).
Enfim, "foi divertido"? dá para assistir, mas sabendo que é baseado em fatos reais podemos concluir que continuamos falhando enormemente.

NB - * - of claro - copyright Frida Helê
- ** Rosamund Pike e Peter Dinklage estão muito bem.

publicado às 18:30

balaio de gato

por sapoprincipe, em 25.02.21

Como já disse, assisto bbb pelos posts e tuites de amigas e amigos. Então, minha avaliação é sempre capenga, pois tenho pouca visão do todo.
Já a saída da Karol Conká tem posts, tuites e textões.
Como fã, gostaria mesmo que ela se entendesse e conseguir emergir.
Será bem difícil avaliar o resultado, já que em público ela não era aquele "monstro" que apareceu no bbb. Embora, não tenha faltado, agora, várias pessoas dizendo que ela era assim no trato das pessoas que lidavam com ela na carreira. Vi, inclusive, um comentário da ex empresária que teve problemas.
A saída do jogo era previsível. O Alexey, que já participou de um reality, tem uma leitura boa a respeito. O público torce pelos oprimidos. No caso dela que uniu esquerda e direita na torcida e votação pela saída, acho que tem algo mais. As atitudes dela na casa justificam? Sim. Mas, acresceu a isso raça, gênero, o momento desesperador do país, a vontade de colocar a raiva pra fora, acho eu.
Entra aí, também, a raiva do chefe. Fico pensando quantas vezes ela não teve que falar alto e bater o pau na mesa pra ter controle e chance na sua carreira. Também, fazendo um paralelo com a Anitta, outra que não é pêra doce, mas são cantoras de sucesso e parecem ter muito controle sobre suas carreiras e se arriscam. O quanto não tem aí do mundo dito masculino.
Achei bem legal também um tuiti que uma amiga retuitou de um psicanalista (?) que dizia, meio que comentando esta onda de que a Karol devia fazer análise, que terapia não é pra todo mundo. Que o fato de fazer terapia não significa que ela irá sair de lá uma santinha. Inclusive, que na terapia as pessoas podem se reconhecer, achar que é aquilo mesmo e que querem continuar assim mesmo. Pois. Concordei muito. Lembrei logo da fala - o povo precisa de educação. Sim, seria bom. Contudo, isso não será garantia de nada. Quem comanda o país no momento não são iletrados. O juiz e promotores que burlaram a lei por que queriam um resultado (e só valia o resultado que queriam) não são uns iletrados. A delegada que armou um circo na detenção do Reitor, que acabou por levá-lo ao suicídio, não é uma iletrada. Então, educação e terapia é bom quando tem qualidade e toda uma sociedade em volta comprometida com direitos humanos e um mundo civilizado.

NB - Fui escrever a data hoje e escrevi outubro. Onde eu ando com a cabeça? rs

210225_karolconka.jpg

photo Carlos Sales

publicado às 13:15

cronômetro

por sapoprincipe, em 16.02.21

Uma coisa que me irrita é alguém dizer que fiz uma coisa que não fiz. Chego a perder as estribeiras.
Outra coisa que não gosto é se apropriar do trabalho dos outros. Daí, me irritar com a excessiva proteção na internet nos últimos tempos (os santos pagando pelos pecadores. odeio esse ditado). Se não tenho talento pra quase tudo, posso pelo menos levar o crédito pelo bom gosto da escolha. rs
Não conseguia definir se faria um post de carnaval ou não. Aí, vi um post da minha amiga Andreia. Uma selfie linda, uma maquiagem que Milton Cunha descreveria como deslumbrante, um verso de Tristeza, por favor vá embora, com animação feita provavelmente num app que não tenho, com certeza. Pensei... ops!
Tentei fazer a minha versão - sem selfie por que não tenho aquele rosto lindo. Falhou a primeira tentativa, a segunda, a... aí, como sou taurino (rs), simplifiquei ao máximo e vou postar.
O acréscimo do verso de Caetano é por que esta escola do coiso já estourou o cronômetro há tempos. Já era pra metade da população estar vacinada. Depois de escolhas tão erradas, acho que deveriam correr para liberar investimentos em cientistas brasileiros para pesquisarem novas vacinas por que as mutações irão exigir.
Como disse um amigo, pra quem enviei as primeiras imagens pedindo opinião (sou dessas), falta alegria, mas... à luta.

210216_posts_carnaval.png

publicado às 15:16

mesmo que seja

por sapoprincipe, em 15.02.21

estava ali no cantinho conversando com uma amiga maravilhosa e o assunto saiu um pouco do papo inicial e foi parar em masculino - feminino.
ao que eu disse - é fácil entender Simone (Não se nasce mulher, torna-se mulher).
Continuou o papo e ela disse: exato isso aí, o que a gente nomeou de feminino e masculino são aspectos que podem ser comuns aos gêneros.
fechei o bate papo, pois ia fazer outra coisa e liguei o som. começa a tocar Marina Lima cantando - você precisa de um homem pra chamar de seu, mesmo que este homem seja eu.
eu ri, né? fazê o quê com as lambadas da vida.

.

publicado às 13:31


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