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arq-tipografia

por sapoprincipe, em 12.01.12

 

by Cláudio Luiz

 

Rua Humaitá - Humaitá / Lagoa - Rio de Janeiro / RJ

 

Como o ano novo já deslanchou, vamos riscar o ano velho. Se bem que este tipo de sublinhado me lembre mais Marina W.

Embora ache que a intenção aí era outra. O Suporte que gerou o "sublinhado" não era para aparecer.

publicado às 21:21

técnica

por sapoprincipe, em 11.10.11

by inmyownstyle

 

a simplicidade é sempre um achado.

publicado às 09:11

agenda cultural

por sapoprincipe, em 17.08.11

Como não tenho lido jornais e visto tv, logicamente, a falha é minha. Mas ainda assim eu poderia ver uma ressonância, que não ouço.

Tem várias coisas legais acontecendo no Rio.

Fui ver no domingo (último dia) a Exposição - Bispo do Rosário: o Artista do Fio. Boa.

Queremos Miles - no ccbb. Terei que voltar para ouvir mais.

No centro cultural dos correios eu destaco a exposição Mestres da Gravura na Coleção da biblioteca Nacional. Relíquias guardadas há séculos. Ainda tive a oportunidade de falar com a curadora Fernanda Terra, uma aula e tanto.

 

Anotem, valem a pena.

publicado às 09:09

geografia

por sapoprincipe, em 01.07.11

O Haiti era aqui.

Agora acho que andam a flertar com o Dubai.

 


Projeto vencedor do Concurso Porto Olímpico, do arquiteto João Pedro Backheuser

publicado às 14:00

lembrancinha

por sapoprincipe, em 15.04.11

No seu aniversário, bodas, casamento, formatura, data especial, um amigo quer lhe dar um presente.

O que é um presente pra você?

Aquilo que lhe agrada?

Aquela escolha que você fez e ele foi lá na loja comprar?

Aquele item que está na lista que você divulgou na internet?

Algo que surpreenda nem que seja pela originalidade?

 

Sempre fico em dúvida do que dar de presente. Como meu nome ainda não entrou na lista da Forbes, as minhas escolhas ficam sempre muito restritas. Mas fico sempre pensando que o presente mesmo que estou dando nem é o objeto em si, e sim o tempo que levo para a escolha, os deslocamentos que faço para as compras, a escolha do papel de presente e se terá laço ou não e de que cor. Este tempo envolvido na intenção de agradar o presenteado, pra mim é que deveria ser considerado o verdadeiro presente.

 

O que é um presente pra você?

publicado às 11:11

mil palavras

por sapoprincipe, em 18.03.11

Finalmente um dia de céu azul. Com brisa fresca para ficar ainda melhor. Podia ter sido assim semana passada e o carnaval teria sido ainda melhor ;c)

Deliberadamente não levei máquina fotográfica. Queria curtir só a folia.

Imagens ficariam registradas no coração ou... no blog das Fridas. Post da Helê.

Lógico que cliquei no curtir para o folião que estava com a plaquinha do facebook. Mas nenhuma venceu a originalidade da freira com a plaquinha – me atirei no pau do gato. eheheheh Tinha a noivinha também procurando um... sapo. Acho que ela ficaria feliz de encontrar o nórdico que estava com máscara de sapo - quando eu o vi ele estava com máscara no pescoço e não sei qual princesa o beijou, mas que ele era um príncipe ... era.

O bloco das bailarinas – os rapazes de rosa, porque cisnes negros tinham aos quilos, mas o grupo do bloco céu na terra que teve o requinte de colocar band-aid no omoplata estava mesmo muito bom – como já era reprise perderam o posto para as misses (mas acho que tinha propaganda enganosa no grupo).

Homem da caverna e “pedrita” foi a fantasia dos casais, piratas tinha muitos, mas a peça coringa deste ano foi o bigode (que alguns criativos usaram como sobrancelhas). Tinha a família que estva de lápis de cor. E vários Chaves.

Também vi um cara que estava vestido de mulher, com capa do batman, trancinhas rastafari e chifrinho de diabo. Ainda não descobri se ele estava fantasia de dúvida ou indecisão ou, mais provavelmente, se era falta de bom gosto mesmo.

Mas a maioria teve bom senso e bom gosto. E tanta gente fantasiada sempre alegra mais a festa.

A loira pode ser a tal, mas as músicas que mais empolgavam e faziam todos sairem do chão eram o teu cabelo não nega mulata, porque és mulata na cor... Mulata bossa nova / Caiu no Hully Gully / E só dá ela. /Ê! Ê! Ê! Ê! Ê! Ê! Ê! Ê! / Na passarela.

Falando em cor, como sou adepto da teoria do Joãozinho Trinta de que quem gosta de pobreza é intelectual, achei um luxo ver um negro fantasiado de gari, uma negra linda vestida de nêga maluca, vários garotos vestido de preto velho, um Jimi Hendrix ... vejo nisto uma mudança de parâmetro. Sem contar os garotos lindos, com caras simpáticas e sorrisos largos dos bate-bolas.

Além de, nesta ditadura de magrelas e barriga tanquinho, ver um gordo com máscara do sherek foi o cúmulo da “altaestima” alta.

Agora, é esperar o ano que vem. Ou para os ansiosos, podem ir no comício do obama. Se bem que não será um carnaval, mas, com certeza, é uma palhaçada.

 

 

NB – por sinal alguém pode me esclarecer se a falência é assim tão grande? porque o cartaz do comício do obama é qualquer nota.

publicado às 12:00

mesa de bar

por sapoprincipe, em 30.09.10

Tenho uma amiga que está fazendo um curso de Design de Interiores.

Ela defende que a casa tem que ter a cara d@ don@. E é adepta do “do it yourself”.

Concordamos [quase] plenamente no primeiro item e discordo totalmente do segundo. Sou a favor de contratarem um profissional - sempre. Estou puxando sardinha pra minha brasa? Claro! Gosto do que eu faço, preciso trabalhar e quero é mais... Independente deste ponto interesseiro, existem outros pontos a serem discutidos.

Não acho que uma casa, para ter a cara d@ don@, tem que, necessariamente, ser feita por el@ mesm@.

Minha amiga tem um olho excepcional / brilhante para a decoração, o design, a arte, apesar de sua primeira formação ser em Farmácia. Mas essa não é a regra. A maioria das pessoas não tem esse olhar, e algumas sequer tem interesse em adquiri-lo (é uma coisa que se aprende, claro).

Há profissionais que têm um estilo definido e só conseguem fazer aquilo? Sim (alguns fazem sempre o mesmo por falta de competência mesmo).

Aí temos várias situações. Primeiro, a escolha do profissional. Acho que devemos respeitar os gostos dos clientes e traduzir os seus desejos (o que nem sempre se consegue da maneira que eles imaginam ou propõem. Já tive um caso em que ele queria uma cozinha “rústica” e ela queria colocar uma geladeira de aço inox.). Se o projeto apresentado não está de acordo, é necessário repensá-lo. Para tanto, é necessária a participação efetiva do cliente.

Se @ cliente escolhe aquele profissional que tem estilo próprio, é porque gosta daquele estilo ou quer o status que a assinatura dele confere ao projeto. Como há quem não queira a peça mais adequada para a sala mas, sim, uma peça assinada, porque acha que isso lhe fará parecer importante. Nesse ponto não dá para interferir, é uma questão para el@ resolver com a consciência del@ ou no divã do analista.

Por mais que um projeto, num primeiro momento, possa ficar com cara de showroom (tudo novinho), com o tempo as pessoas vão se apoderando do espaço. É a compra de um porta-retrato a mais, é um outro livro que se coloca na estante, é a troca do arranjo floral e tudo vai ficando mais pessoal.

Até que as alterações tiram a harmonia do espaço e começa a incomodar, sendo necessário um novo projeto.

Se a pessoa quer apenas pintar a casa ou pendurar um quadro, é simples (embora até para isso, às vezes é bom chamar um profissional), mas um projeto de interiores vai muito além disto. Há escolhas de cores, texturas, matérias e disposição do mobiliário, uma solução para a circulação, a insolação, o conforto. Por mais que se tenha regras para isto, em alguns casos é justamente a quebra da regra que dará a melhor solução, ou aquele plus.

O profissional, dependendo da sua experiência, poderá achar soluções criativas, até por conhecer os materiais e saber como funcionou a aplicação em diversos casos.

Quando minha amiga folheia revistas, ou pesquisa na internet, ela está passando por uma formação. E muitas das coisas que ela vê e destaca foram feitas por profissionais. Dá para achar que ficou bonito, não dá para saber é se os clientes gostaram e se tem mesmo a cara deles.

A questão é saber transpor a idéia de um espaço para outro. O que resulta num lugar não necessariamente irá funcionar em outro, por questões de dimensões, iluminação, composição das outras peças. Por isso é necessário avaliar bem a situação e o que se pretende. Algumas pessoas quererão fazer por elas mesmas, outras... nem por isso.

Ainda bem, pois pra mim é um prazer dar forma aos desejos das pessoas.

 

NB - o @ entrou para dizer O ou A ou elE ou elA. coisa que aprendi com minha amiga Monix.

publicado às 12:00

purgatório

por sapoprincipe, em 03.05.10

Nunca ouvi tantas baboseiras sobre pedofilia e celibato quanto agora.

Que o celibato é uma besteira não há a menor dúvida. Um dos motivos seria a proteção do patrimônio da igreja. Mas isto não irá mudar a pedofilia. Como não é pré-requisito ser gay para ser pedófilo (ou afirmar que todo gay é pedófilo).

Que a igreja está usando este escape – que gays são os maiores pecadores do mundo - para tirar o foco da sua conivência é meio óbvio. Não enxerga quem não quer.

Pois há relações mais direitas. Por que não perguntar qual o número de padres gays. Não duvido de um número muito alto. Embora não seja regra, é sabido que é comum crianças que foram abusadas se tornarem abusadores. Que tal perguntar o que acontece nos seminários – os famosos colégios de padre.

O vigário da pastoral da comunicação da arquidiocese de São Paulo reclamou da declaração do presidente do tribunal de justiça de São Paulo (“comida de padre” se referindo a como poderiam chamar os abusados em cidades pequenas), mas não reclama quando o papa faz declarações absurdas (de todas as religiões de um modo geral. Garotinho em campanha se diz contra as uniões gays, “nada contra os homossexuais, só contra a prática homossexual” Heim? Como as declarações de praxe: “não sou preconceituoso, não é homofobia, só não posso permitir que meus filhos vejam estas aberrações”. Seria cômico ...  Detalhe importante. Se eles dissessem isto dentro dos templos, para os seus seguidores – deixando claro que da porta para fora a atitude tem que ser outra. Tudo bem - na minha opinião. Afinal, todo mundo é livre para escolher a sua religião. E convidar quem quiser para a sua casa. Já nos espaços públicos...  a lei – deveria – ser igual para todos).

 

Há viado burro e criminoso? Sim. Mas uma parcela. Não todos.

Como existem padres pedófilos, políticos corruptos, militares torturadores, jornalistas distorcendo a verdade.

Maus-caracteres que usam da profissão para disfarçar os seus crimes.

Mas não todos.

 

publicado às 09:00

planejamento? o que ser isso?

por sapoprincipe, em 25.04.10

Quem é do Rio de Janeiro e ficou na cidade no feriadão ou quem veio passar o feriado aqui se deu conta do caos que foi quarta-feira.

Sem considerar o fato dos representantes das igrejas (aqui o plural é por conta de serem quase todas) criticarem tanto manifestações públicas e serem co-responsáveis pelo caos, outra coisa me faz saltar a tampa.

O prefeito reconheceu o erro, pediu desculpas e fez promessas (típicas de políticos? Na cena das desculpas, não sei. Como tal postura foi elogiada no caso das chuvas... se vira rotina, perde os elogios. Pois se não tem organização, planejamento e sensatez, melhor entregar o cargo); o subprefeito ignorou a recomendação de não permitir e autorizou; a cet-rio não previu a possibilidade do número de veículos ser maior que o declarado (margem de segurança existe pra quê?); um secretário disse que soube do evento através dos jornais. Pergunto: será que eles já foram avisados que está previsto uma copa do mundo e umas olimpíadas na cidade?

Tudo bem que as olimpíadas é só em 2016, mas para além de ficarem pedindo verbas é necessário planejamento para saber onde gastar, como gastar e pagarem quem vai planejar, organizar, pensar e coordenar todo o evento. Pois não basta ter o prédio, as pessoas precisam ter onde ficarem, como circularem, atividades para fazerem nos intervalos, ter um plano B etc etc etc. Se na prefeitura houver alguém no comando com mais de um neurônio, já ajudaria.

 

publicado às 18:00


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